A RECEITA DA ESQUERDA PARA PAGAR AS PENSÕES: DESTRUIR PORTUGAL !

Ana Abrunhosa, ministra da Coesão Territorial de Portugal, anunciou que para combater a perda de população a solução milagrosa é uma e só uma: a imigração massificada de todos os povos do mundo para Portugal.

Programas sérios para atrair investidores e mão de obra da diáspora portuguesa espalhada pelo mundo? Programas sérios para atrair e receber de volta os milhares e milhares de jovens portugueses que abandonaram o país na ultima década? Programas sérios de incentivo à natalidade dos portugueses que trabalham e que gostariam de ter mais filhos e que se vêm sem apoios, sem creches, sem segurança e sem qualidade de vida para trazer uma criança ao mundo.

Nada disso. Tudo isso é muito complicado. Dá muito trabalho. E leva tempo.

A solução é importar povos de todas as religiões e culturas para entrarem (dizem-nos) no mercado de trabalho e até povoarem o interior. Pequenos “Brasis” pequenas “Índias”, ou pequenos “Cabos Verdes”, das planícies alentejanas aos vales e planaltos de Trás-os-Montes. Odemira é apenas o início ….

E esta é a ministra da “coesão”. Imaginem se não fosse ….

E anunciam estas medidas por decreto. Precisamos de escancarar as fronteiras e ponto final. Não há referendos, ninguém nos pergunta nada. O povo Português não é ouvido nem achado num tema fundamental para o futuro do pais: a composição demográfica do Portugal do futuro.

E não há contraditório. Dizem-nos que são estes “novos portugueses” que vão pagar as pensões. E nós temos que acreditar na palavra deles. Dizem que há “estudos”.

E estudos sobre o impacto económico da imigraçãAna Abrunhosa, ministra da Coesão Territorial de Portugal, anunciou que para combater a perda de população a solução milagrosa é uma e só uma: a imigração massificada de todos os povos do mundo para Portugal.

Programas sérios para atrair investidores e mão de obra da diáspora portuguesa espalhada pelo mundo? Programas sérios para atrair e receber de volta os milhares e milhares de jovens portugueses que abandonaram o país na ultima década? Programas sérios de incentivo à natalidade dos portugueses que trabalham e que gostariam de ter mais filhos e que se vêm sem apoios, sem creches, sem segurança e sem qualidade de vida para trazer uma criança ao mundo.

Nada disso. Tudo isso é muito complicado. Dá muito trabalho. E leva tempo.

A solução é importar povos de todas as religiões e culturas para entrarem (dizem-nos) no mercado de trabalho e até povoarem o interior. Pequenos “Brasis” pequenas “Índias”, ou pequenos “Cabos Verdes”, das planícies alentejanas aos vales e planaltos de Trás-os-Montes. Odemira é apenas o início ….

E esta é a ministra da “coesão”. Imaginem se não fosse ….

E anunciam estas medidas por decreto. Precisamos de escancarar as fronteiras e ponto final. Não há referendos, ninguém nos pergunta nada. O povo Português não é ouvido nem achado num tema fundamental para o futuro do pais: a composição demográfica do Portugal do futuro.

E não há contraditório. Dizem-nos que são estes “novos portugueses” que vão pagar as pensões. E nós temos que acreditar na palavra deles. Dizem que há “estudos”.

E estudos sobre o impacto económico da imigração de massas no Sistema Nacional de Saúde, no parque habitacional, nas prisões, nos custos com policias, com o combate à criminalidade, com o sistema judicial? Não querem falar desses custos relacionados com a imigração de massas? Por isto querem acabar com o SEF?

E se em vez de abrirem as fronteiras sem critério (vem qualquer um, seja quem for, de qualquer parte) “estudassem” a melhor forma de atrair imigração de QUALIDADE e QUALIFICADA em vez de imigração que muitas vezes vem sobrecarregar o nosso Estado Social? Neste momento Portugal é o refugo da imigração – os que não conseguem ir para outro sítio vêm para cá fazer o frete enquanto não se tornam “portugueses”.

Mas se querem falar de estudos então vamos falar daqueles que não aparecem na comunicação social porque não convém e que mostram que a dependência de mão de obra imigrante serve sobretudo para manter os salários baixos dos trabalhadores nacionais. Não admira, por isso, que os grandes capitalistas e empresários queiram cada vez mais mão de obra vinda de fora. Mais dócil, menos dependente de sindicatos e disposta a trabalhar ao preço da chuva.

Se continuarmos neste caminho – e se o povo Português não se revoltar a sério – Portugal vai ser no futuro e cada vez mais a montra TERCEIRO-MUNDISTA da Europa: um país de chinelo no pé, povoado de imigrantes e turistas, enquanto os verdadeiros portugueses, espalhados pelos mundo, trabalham para os países dos outros.

A tragédia socialista e bloquista parece não ter fim neste nosso querido pais …

CHEGA!



o de massas no Sistema Nacional de Saúde, no parque habitacional, nas prisões, nos custos com policias, com o combate à criminalidade, com o sistema judicial? Não querem falar desses custos relacionados com a imigração de massas? Por isto querem acabar com o SEF?

E se em vez de abrirem as fronteiras sem critério (vem qualquer um, seja quem for, de qualquer parte) “estudassem” a melhor forma de atrair imigração de QUALIDADE e QUALIFICADA em vez de imigração que muitas vezes vem sobrecarregar o nosso Estado Social? Neste momento Portugal é o refugo da imigração – os que não conseguem ir para outro sítio vêm para cá fazer o frete enquanto não se tornam “portugueses”.

Mas se querem falar de estudos então vamos falar daqueles que não aparecem na comunicação social porque não convém e que mostram que a dependência de mão de obra imigrante serve sobretudo para manter os salários baixos dos trabalhadores nacionais. Não admira, por isso, que os grandes capitalistas e empresários queiram cada vez mais mão de obra vinda de fora. Mais dócil, menos dependente de sindicatos e disposta a trabalhar ao preço da chuva.

Se continuarmos neste caminho – e se o povo Português não se revoltar a sério – Portugal vai ser no futuro e cada vez mais a montra TERCEIRO-MUNDISTA da Europa: um país de chinelo no pé, povoado de imigrantes e turistas, enquanto os verdadeiros portugueses, espalhados pelos mundo, trabalham para os países dos outros.

A tragédia socialista e bloquista parece não ter fim neste nosso querido pais …

CHEGA!



Nuno Afonso
Dirigente Nacional