Líder do CHEGA voltou a afirmar que o primeiro-ministro mentiu quando afirmou que os polícias não precisavam de comprar o material de trabalho com o seu próprio dinheiro.

André Ventura, líder do CHEGA, voltou a afirmar a necessidade de vários polícias comprarem material de trabalho com o seu próprio dinheiro e apresentou vários documentos onde é possível ver a lista de diversos materiais adquiridos por polícias e que não estão atribuídos no subsídio de fardamento às autoridades.

Exemplo disso é uma fatura que fez chegar ao SOL onde mostra a compra de um colete balístico por parte de um agente da autoridade e que “obviamente não está incluído no subsídio de fardamento que é atribuído às autoridades”, diz o deputado.

André Ventura refere ainda a compra de outros materiais, tal como algemas, porta bastão e suportes de rádio, e volta a apresentar uma fatura enviada por um elemento da GNR onde é possível ver uma lista com vários materiais usados pelas forças de segurança.

O deputado diz que “qualquer tentativa de insinuação que não são os polícias que não estão a comprar este material não é verdadeira”, adiantando ainda que desta forma os polícias são obrigados “a reagir rapidamente para demonstrar que não só compram coletes balísticos, como compram algemas e como compram muitos materiais do seu próprio bolso”

in SOL