As Falácias Sobre o CHEGA que o Sistema Teima em Anunciar!

A tentativa de diversos quadrantes de encostar, senão mesmo conotar o Partido CHEGA com a extrema direita, o fascismo, o neo-nazismo, o racismo e a xenofobia são tão frágeis quanto politica e intelectualmente desonestas.

É apenas e só o Sistema socialista/marxista a tentar proteger-se, levantando suspeitas sobre um partido, isso sim e apenas isso, culpado de ser declaradamente anti-sistema, com o intuito baixo e mesquinho de o tentar denegrir, senão mesmo criminalizar bem como aos seus dirigentes, levando assim o Tribunal Constitucional a ponderar a sua ilegalização, desrespeitando-se deste modo os mais elementares pilares em que acenta a democracia que o CHEGA tem mostrado respeitar mais que muitos outros, nomeadamente na capacidade de levar apenas com pouco mais que um ano de vida a sua presidência a sufrágio directo de todos os militantes, de referendar internamente assuntos de difícil abordagem ou de exigir que 2/3 dos delegados à Convenção sejam a conta mínima necessária para fazer passar a direcção nacional.

Não vemos isto acontecer nos intocáveis e “acima de qualquer suspeita” PCP ou BE, eternos defensores confessos de regimes totalitários, sanguinários e genocídas, como os da antiga URSS, da China, Coreia do Norte, de Cuba ou da Venezuela, apenas a título de exemplo.

O surgimento do Partido CHEGA colocou a nú o que de pior há na mente humana quando de salvar o regime – ainda que podre e obsoleto – se trata.

Os seus partidários criaram uma “guerra sem quartel” àqueles que como o CHEGA apenas os querem enfrentar no democrático, limpo e honesto combate político.

É no campo do combate político e do debate das ideias que se deverão confrontar as partes, deixando ao Povo, o poder de a cada chamada às urnas decidir em consciência quem ganhou a sua confiança e o seu maior ou menor apoio e que programa político deverá ser posto em prática, ainda que isso leve à evolução para uma IV República, por nós tão apregoada.

A isto chama-se exercício da democracia e o poder instalado tem deixado cair por terra muitos dos princípios democráticos, mesmo que tentando escondê-lo por trás de uma falsa mas habitual superioridade moral!

E assim chega o momento de calma e tranquilamente, com toda a transparência, desmontar uma a uma as acusações de base que sempre tentam atirar para cima do CHEGA e dos seus dirigentes na esperança vã de que o Povo português, o Tribunal Constitucional ou o Ministério Público se deixem levar ou enganar.

Ora vejamos:

Dizem que o Partido CHEGA é fascista, ignorando distraída mas oportunamente que somos na verdade conservadores nos costumes e liberais no plano económico, levando-nos isto a acreditar no claro “emagrecimento” estrutural do Estado em tudo aquilo que não seja matéria de soberania.

Ora o Socialismo e seus discípulos estarão assim muito, mas muito mais próximos da visão de Estado forte e intrusivo do Fascismo do que o Partido CHEGA, efectivo partidário da redução da dimensão e do autoritarismo do Estado.

Veja-se por exemplo propostas como a redução do número de deputados, dos poderes intermédios em contraponto com os regionalistas, entre tantos outros exemplos que se traduzem em muitos dos Projectos de Resolução e propostas entregues na Assembleia da República;

Dizem que o Partido CHEGA é racista e xenófobo, ignorando distraída mas oportunamente que de forma natural e descomplexada tem entre os seus dirigentes, nacionais, distritais e concelhios, pessoas das chamadas “minorias” e pessoas nascidas em outros países, mas que entrando de forma legal, cá estão honestamente trabalhando e contribuindo, aceitando e respeitando a nossa cultura, os nossos usos e costumes, merecendo assim também eles o nosso respeito, consideração e apoio.

Defender que Portugal não é estruturalmente racista, ideia que a extrema-esquerda faz questão de incutir no Povo, levando-o a fazer uma injustíssima e despropositada “mea culpa”, não faz do Partido CHEGA, dos seus dirigentes, militantes ou simpatizantes racistas.

Nunca aceitaremos essa falácia e estamos certos que os Portugueses de bem também não o farão;

Dizem que temos infiltrações de extrema direita,  que teremos segundo uma investigação do Jornal Expresso, cerca de 10 militantes vindos dessa área política.

Pois nós diremos que estamos atentos, e estamos tão atentos que temos apenas uma dezena em perto de 20.000 militantes inscritos e dessa dezena alguns terão alegadamente militado partidos como o PS ou o PSD durante muitos anos, chegando mesmo a exercer cargos autárquicos ou outros de relevo e responsabilidade, sem nunca esses partidos serem postos em questão por isso.

E podem estar certos que não terão grande caminho para trilhar neste partido!

Somos assumidamente de direita, sim, mas não somos nem nunca seremos de permitir extremismos.

Em democracia não podemos impedir a entrada de militantes, nem o Tribunal Constitucional nos permitiria tal coisa, mas podemos e asseguraremos sempre que quaisquer focos de desvio em relação aos nossos princípios fundadores expressos na Declaração de Princípios e nos Manifestos que estão publicados no nosso site e entregues no Tribunal Constitucional, serão sempre dizimados e nunca passarão, venham de que quadrantes vierem, estejam mais ou menos posicionados.

Como disse, estamos atentos!

Ricardo Regalla Dias Pinto
Director Nacional do
Partido CHEGA!