ATACA POLÍCIAS E DEFENDE DITADORES!

Chega de hipocrisias. Ana Gomes, candidata à presidência da República, é na verdade uma fraude. Uma mulher que ataca e injuria os nossos polícias, mas que defende ditadores e um estado totalitário como o Irão.

Diz Ana Gomes no seu famoso Twitter: “Insuportável. Polícias que em vez de proteger discriminam, importunam, hostilizam e atacam cidadãs e cidadãos portugueses de minorias étnicas”.

Além de serem afirmações discriminatórias, porque, caso a senhora em causa não saiba, a PSP, GNR e demais forças de segurança têm nos seus quadros elementos de várias etnias, demonstra igualmente uma clara falta de consideração pelo trabalho que milhares de homens e mulheres têm desenvolvido em prol da segurança de todos os portugueses. Mas nada de espantar. Ana Gomes é uma mulher que Depois de atacar oponentes da República Islâmica do Irão em vários debates parlamentares, admitiu ter feito a sua formação em Teerão. Numa reunião em Bruxelas, a então eurodeputada socialista portuguesa reconheceu que tinha sido instruída na capital iraniana para atacar a oposição ao governo daquele país.

“Encontrei-me com parentes das vítimas de uma organização terrorista chamada MEK”, disse ela numa reunião do Comité de Relações Exteriores do Parlamento Europeu em 22 de fevereiro de 2018. Depois de fazer uma série de alegações sobre o movimento de oposição iraniano PMOI ou MEK, ela acrescentou: “Não podemos continuar a permitir que alguns membros deste parlamento, possivelmente por ingenuidade, continuem a encorajar alguns dos membros desta organização.”

As afirmações de Ana Gomes são particularmente surpreendentes, uma vez que tribunais europeus e americanos competentes rejeitaram a designação terrorista da oposição iraniana há muitos anos. O rótulo foi imposto por ordem do governo iraniano. Aliás, o único estado que atualmente considera o MEK como terrorista é o governo iraniano. Os principais líderes do regime islâmico culpam o MEK pelos protestos nacionais no Irão e pedem a execução dos líderes dos protestos.

A Associação Habilian, uma afiliada do Ministério de Inteligência e Segurança (MOIS) do Irão, publicou um relatório sobre a visita de deputados europeus, entre os quais estava Ana Gomes. Habilian é “uma ONG administrada por famílias de vítimas do terrorismo iraniano”. O seu secretário-geral e orador é Mohammad Javad Hasheminejad. Foi ele que esteve na reunião conjunta entre os membros visitantes do Parlamento Europeu e parlamentares iranianos em 14 de fevereiro de 2018.

Porque razão o Irão, um dos piores violadores dos direitos humanos e com o maior número “per capita” de execuções do mundo, elogiou a eurodeputada portuguesa e candidata à presidência da República Portuguesa? E porque lhe deu acesso tão livre a certos indivíduos, enquanto negava aos seus colegas o acesso a outros?

Uma das “vítimas” que Ana Gomes tem defendido em fotos que divulga nas redes sociais é Ibrahim Khodabandeh, que consta de um relatório da Biblioteca do Congresso dos EUA em 2012 como sendo um agente da inteligência iraniana (MOIS). A cunhada de Khodabandeh, uma inglesa radicada em Leeds, também citada como agente do MOIS no mesmo relatório, visitou o Parlamento Europeu e passou meio-dia no gabinete de Ana Gomes. Uma semana depois dessa visita, Ana Gomes usou um debate parlamentar em Estrasburgo para exigir a expulsão de ativistas da oposição iraniana do Parlamento Europeu.

As relações estreitas de Ana Gomes com a República Islâmica não são novidade. Mas o uso obsessivo de todas as oportunidades para atacar a oposição iraniana é escandaloso.

Muito mais havia para narrar mas vou ficar-me por aqui para não ser demasiado cáustico. 

  É esta mulher que querem como presidente da República?

ATACA POLÍCIAS PORTUGUESES MAS DEFENDE DITADORES DO IRÃO?

CHEGA!

Viva o André Ventura, candidato a Presidente da República.

José Dias, Vice-Presidente do Partido Chega.