CHEGA condena atitude inquisitória do Ministério da Educação que insiste em chumbar alunos de Famalicão

O CHEGA condenou hoje no Parlamento a perseguição que tem vindo a ser feita à família de Famalicão devido às aulas de Cidadania, tendo questionado formalmente o Governo para o efeito.

Tiago e Rafael, famalicenses, são dois jovens com resultados exemplares no mundo do ensino público que tiveram, por parte de decisão dos pais, a salutar ousadia de recusar participar nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento.

Num estado democrático, em pleno século XXI, há liberdade de consciência e possibilidade de decidir o zelo que cada família presta aos seus filhos. 

Alguém disse que os pais “não são donos das crianças”, mas mais importante é referir que o Estado também não o é.

Tal como há liberdade de realização de ensino doméstico, também neste caso, alegando objeção de consciência e tendo já havido, no ano transato, um parecer positivo por parte do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga de passagem de ano letivo, e da parte da escola um acordo em que os alunos apresentariam um trabalho dentro do contexto da disciplina em causa, não se percebe por que razão há esta exposição mediática que apenas traz consequências negativas e desnecessárias a estas duas crianças.