Esquerda-Marabu e Direita-Escorpiã. Ventura passou o risco rumo à IV República

Eleições Presidenciais de 2021

O Meu Diário de Voto em André Ventura por Gabriel Mithá Ribeiro

Leia diariamente nesta página textos, excertos ou frases destinados a resgatar os portugueses da alienação mental imposta pelas elites jornalísticas, académicas, intelectuais, políticas ou artísticas de um regime falido. Contra ele, André Ventura e o CHEGA fazem germinar uma força moral e cívica imparável que fará nascer a IV República Portuguesa. 

 «O marabu desenha um grande círculo na terra, que representa o mundo. Coloca um escorpião, simbolizando o homem, dentro do círculo. O escorpião, julgando ter alcançado a liberdade, começa a correr em volta do interior do círculo – mas nunca tenta sair. Depois do escorpião ter corrido várias vezes à volta do lado interno do círculo, o marabu baixa o pau e divide o círculo a meio. O escorpião detém-se por uns segundos e em seguida começa a correr mais e mais depressa, aparentemente em busca de uma saída, sem nunca a encontrar. Por estranho que pareça, o escorpião não se atreve a atravessar a linha. Ao fim de alguns minutos, o marabu divide o semicírculo. O escorpião fica desvairado. Pouco depois, o marabu marca um espaço pouco maior do que o corpo do escorpião. Este é o “momento da verdade”. O escorpião, estonteado e perplexo, vê-se incapaz de se mexer seja para que lado for. Erguendo a cauda venenosa, dá voltas e mais voltas sobre si mesmo, num verdadeiro frenesim. Gira, gira, gira até exaurir todo o espírito e energia. No mais completo desespero, o escorpião para, desce a ponta venenosa da sua cauda, e pica-se mortalmente. O seu tormento termina.» 

(Allen Eduards e Robert E. L. Masters, 1963, citados por Jordan Peterson 1999/2019, Mapas do sentido. Arquitetura da crença, Lisboa, Lua de Papel, pp.505-506). 

Gabriel Mithá Ribeiro