Ignorância pura ou desonestidade intelectual e política?… Eis a questão!

Com a falta de capacidade para ir aos estádios de futebol, criou-se em Portugal um novo e disputado desporto nacional!

A diabolização do CHEGA e de André Ventura é jogada em cada jornal, em cada revista e em cada debate ou comentário televisivo, numa parafernália competitiva de jornalistas, comentadores, politólogos e políticos na busca pela conquista da tão invejada “taça”.

Fascistas, gritam sem se lembrarem que um partido que por um lado defende um Estado menor, menos autoritário e por outro preconiza uma economia liberal e de mercado é por definição absolutamente antagónico em relação ao fascismo que mais próximo e aparentado estará por definição do autoritarismo socialista.

Racistas, vociferam sem pensar que na estrutura directiva do CHEGA, quer a nível nacional quer local existem pessoas escolhidas e votadas de diferentes raças e credos.
Já tive aliás ocasião de escrever num outro artigo que por muito que custe aos criadores destas narrativas,a única verdade é que o CHEGA e o seu Líder apenas lutam por convicção a favor ou contra factos exclusivamente políticos, no respeito pela pluralidade democrática e nunca contra pessoas ou grupos especificamente pela sua raça ou religião.
Para o CHEGA, quando se detecta um ou mais problemas – como acontece em uma ou outra comunidade específica – sinaliza, analisa-se e  resolve-se, não se vira as costas em nome de um falso e demagógico respeito por quaisquer minorias, pois ao fazê-lo poderemos estar a negligênciar – e apenas a título de exemplo – abusos a crianças que são  obrigadas a casar aos 12 ou 13 anos por compromisso dos pais, ou maltratos a mulheres por serem “culturalmente inferiores” ou para se praticar uma tão “culturalmente aceitável” mutilação genital (tristes contradições das extrema-esquerda e esquerda com o beneplácito dos restantes);

Xenófobos, acusam esquecendo que nessas mesmas estruturas directivas existem pessoas oriundas de diversos países, nomeadamente Brasil ou Moçambique, em salutar comunhão de ideias, coisa que num partido efectivamente xenófobo como querem fazer passar, nunca seria aceitável;

Extremistas, papagueiam fazendo-nos crer que não repararam que a extrema-direita em Portugal não se chama CHEGA e tem uma expressão eleitoral marginal de menos de 0,3%.

Estas narrativas claramente falsas e desonestas são capitalizadas desde a extrema esquerda – imagine-se – representante de regimes como o soviético, o romeno, o norte coreano, cubano ou venezuelano, mas que sentem a superioridade moral de quem aponta com o dedo aos seus opositores do alto de uma razão incomensurável, esquecendo os mais de 100 milhões de mortes e o horror de que são herdeiros em tantas situações assumidos  (relembro algumas posições em relação Coreia de Kim, à Venezuela de Chaves e mesmo de Maduro ou à Cuba de Fidel ou de Raul) até à direita “fofinha e domesticada”, aquela que por ser aos primeiros inofensiva, é “autorizada” e até conveniente ao aparente pluralismo do Sistema.

Estes últimos, expressos essencialmente no PSD e no CDS, só vêem vantagens em produzir desonestos “clichés” sobre o CHEGA e André Ventura.

Vejamos:

No PSD as vozes que se levantam para sustentar estas ideias são as dos opositores a Rui Rio, na esperança de aproveitar para fragilizar a sua liderança e o “sacar” do caminho. Até já há quem fale em congresso extraordinário, veja-se…

Já no CDS trata-se de uma mera luta pela sobrevivência política de um resto partidário que tem perdido prestígio, dimensão, importância e com isso cargos, dinheiro e influência.
Está em algumas sondagens, com menos de 2% e corre o risco de eleger apenas 1 a 2 deputados nas próximas eleições legislativas, pelo que necessita desesperadamente de tentar por todos os meios retirar o CHEGA do seu tortuoso caminho.

Ora este novo desporto nacional é feio, desleal e politicamente desonesto – diria mesmo democraticamente intolerável – mas pior é saber que existem algumas “cabeças iluminadas” que com base nessas narrativas mentirosas querem jogar a cartada suja da ilegalização do partido CHEGA! para travar “na secretaria” o que não têm capacidade argumentativa para fazer no espaço de discussão política plural e democrática!

Agora pergunto:
Honestamente consideram possível o Povo português aceitar tal disparate?
Acreditam mesmo que a Instituição Democrática se deixará sujar com um acto de evidente perversão das regras da decência institucional?

Tenham vergonha e deixem de mentir aos portugueses!

Ricardo Regalla Dias Pinto
Director Nacional
Partido CHEGA!