CHEGA sai em defesa dos guardas florestais

Imprescindíveis no controlo e proteção do nosso território, os guardas florestais estão a ser desprezados nas importantes funções que desempenham, nomeadamente nas florestas, na caça e na pesca. Os mesmos guardas têm ainda o dever de prestar auxílio em qualquer diligência em matéria legal, no âmbito das missões da GNR, sendo, portanto, equiparados a um órgão de polícia criminal. No entanto são considerados um parente pobre e estão a ser ignorados.

Desde 2006 que a carreira não é revista, há falta de efetivos, faltam os subsídios e faltam condições de trabalho em geral.
Por tudo isto o CHEGA recomenda que o Governo promova a dignificação da função de guarda florestal, reunindo com as associações representativas destes profissionais a fim de averiguar as suas necessidades, realizando a revisão da carreira, promovendo novas contratações e garantindo o pagamento de subsídios de risco, escala ou patrulha.

CHEGA defende subsídio extraordinário de risco á polícia municipal no combate à pandemia de Covid-19

É flagrante a situação discriminatória em que os elementos da Polícia Municipal se encontram.
Devendo cumprir a fiscalização quanto ao recolher domiciliário e á interdição das deslocações que não sejam justificadas tal como o encerramento dos estabelecimentos e o aconselhamento da não concentração de pessoas na via pública, entre outros, o mesmo não se passa com os seus direitos.

Em documento oficial está indicado o cumprimento das mesmas normas também para os militares das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana, aos elementos da Polícia de Segurança Pública, da Polícia Judiciária, da Direção-Geral de Reinserção e serviços Prisionais e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e aos profissionais da carreira de sapador bombeiro. No entanto todos eles recebem subsídio de risco ao contrário da Polícia Municipal que foi esquecida.

Esta disparidade de direitos é discriminatória e por isso o CHEGA alerta o Governo para que acione todos os mecanismos necessários para que os elementos da Polícia Municipal de todo o país recebam, tal como os restantes profissionais das Forças e de Segurança, o subsídio extraordinário de risco no combate á pandemia de Covid-19.

VI Conselho Nacional do Partido CHEGA

A Mesa do Conselho Nacional, convoca os Conselheiros Nacionais para dia 1 de Maio de 2021 pelas 14 horas e 30 minutos, para realização do VI Conselho Nacional do Partido CHEGA, no Distrito de Santarém na seguinte morada – Casala do Confeiteiro, Calçadinha, EN3, Rua O, UFCS, 2000-005 Santarém, com a seguinte agenda:

Ordem de Trabalhos.

1 . Informações da Direção Nacional
2 . Análise da situação politica
3 . Votação e aprovação do Regulamento para a III Convenção Nacional.

A reunião terminará às 19 horas e 30 minutos e terá um intervalo das 17 horas às 17 horas e 30 minutos.

O Presidente da Mesa do Conselho Nacional,

Luís Filipe Graça
01 de Abril de 2021

CHEGA defende pagamento das despesas de internet e telefone aos trabalhadores do Estado em teletrabalho

Ao contrário da obrigação que legislou para os privados, o Estado não está a cumprir com os seus deveres. Tendo legislado para que as empresas privadas tenham de suportar os custos de telefone e internet dos seus trabalhadores quando estes estejam em teletrabalho desde 2020, o Estado não tem dado o exemplo, nomeadamente com os professores e os inspetores tributários.

É assim uma falta de justiça e incoerência o que está a acontecer, ao qual o CHEGA alerta por necessidade básica de instrumentos ou equipamentos de trabalho indispensáveis á atividade profissional que exercem, devendo assim o Estado efetuar o pagamento das despesas dos mesmos com efeito retroativo.

CHEGA alerta esquecimento de escolas de condução no desconfinamento

Não se compreende por que razão as escolas de condução e os respetivos centros de exame não foram incluídos no plano de desconfinamento que o primeiro ministro apresentou, quando a outros setores foi dada essa oportunidade já no decorrer das próximas semanas.

Com os fracos apoios que foram dados há sérias dificuldades pelo facto de os mesmos não serem suficientes. Estamos a falar de um layoff que só cobre 80% do vencimento, de um acumular de encargos, de milhares de candidatos a condutor á espera de concluírem a sua formação.

O partido CHEGA recomenda assim ao Governo que as escolas de condução reabram já a 5 de abril a par de outros setores já definidos e determine as condições em que as escolas de exame de condução possam laborar de forma a garantir o cumprimento de todas as normas de segurança e higiene.

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !