Projecto-Lei n.º 23/XV/1ª Criminaliza o incitamento ao ódio contra os membros dos órgãos de polícia criminal e órgãos judiciais

Depois de mais um ataque violento contra as forças policiais, desta vez em Loures, o CHEGA apresenta – e irá agendar para debate – um projecto-lei que  criminaliza gravemente os actos de ódio contra forças de segurança, produzindo, para esse efeito, uma alteração ao Código Penal.

Um país democrático não pode permitir que as suas forças de segurança sejam constantemente atacadas sem que os agressores sejam devidamente punidos. Todos os elementos das forças de autoridade merecem o respeito dos cidadãos pelo serviço que desempenham na segurança da sociedade no geral e de cada cidadão em particular.

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Ventura desafia Montenegro a juntar-se ao Chega para fazer oposição ao PS

“Acho que doutor Luís Montenegro tem condições para fazer alguma liderança que o doutor Rui Rio não fez em matéria de oposição”, afirmou

O líder do Chega lançou hoje um repto ao novo presidente eleito do PSD, Luís Montenegro, para se juntar ao partido a fazer oposição ao PS e disse esperar o voto social-democrata em propostas apresentadas pelo partido.

“Acho que doutor Luís Montenegro tem condições para fazer alguma liderança que o doutor Rui Rio não fez em matéria de oposição e o repto que lhe quero deixar, honestamente, é que se junte ao Chega a fazer verdadeira oposição ao PS”, desafiou André Ventura.

Em declarações aos jornalistas, no final de uma reunião do conselho nacional, na Guarda, o líder do Chega considerou que “o PSD de Rui Rio esqueceu-se de fazer oposição” e “deu a mão ao PS sempre que pôde”.

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Projecto-Lei n.º 23/XV/1ª Criminaliza o incitamento ao ódio contra os membros dos órgãos de polícia criminal e órgãos judiciais

Depois de mais um ataque violento contra as forças policiais, desta vez em Loures, o CHEGA apresenta – e irá agendar para debate – um projecto-lei que  criminaliza gravemente os actos de ódio contra forças de segurança, produzindo, para esse efeito, uma alteração ao Código Penal.

Um país democrático não pode permitir que as suas forças de segurança sejam constantemente atacadas sem que os agressores sejam devidamente punidos. Todos os elementos das forças de autoridade merecem o respeito dos cidadãos pelo serviço que desempenham na segurança da sociedade no geral e de cada cidadão em particular.

Conteúdo em atualização.

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