Partido CHEGA cria jornal online

O dia de Portugal, 10 de junho, foi a data escolhida pelo partido Chega para lançar o seu novo projeto editorial. Trata-se do jornal Folha Nacional, que nasce em formato digital mas que, segundo o estatuto editorial terá também edições especiais em papel. “O Folha Nacional acompanha a matriz do jornalismo europeu, da liberdade de expressão, do combate à censura positiva ou negativa e da luta pela melhor informação e melhores conteúdos”, refere o mesmo estatuto.

Inscrito na ERC, o Folha Nacional tem como diretor Nuno Valente e como diretora adjunta Patrícia Carvalho. Ricardo Dias Pinto assume o cargo de subdiretor e Bernardo Pessanha de editor. O Folha Nacional apresenta como secções Política, Economia, Mundo, País, Desporto, Opinião, Cultura e Lifestyle. Os conteúdos do dia são resumidos numa capa que imita um jornal em papel, para efeitos de divulgação nas redes sociais.

Nas palavras do presidente do partido, André Ventura, “o jornal do Chega que não tem censura nem deixa de lado os assuntos que possam melindrar ou implicar o governo. Aqui será apenas a verdade”.

Fonte: Meios & Publicidade

CHEGA quer melhorar acesso aos cuidados de saúde

O Partido CHEGA deu entrada com duas iniciativas legislativas no sentido de melhorar o acesso aos cuidados de saúde, nomeadamente no acesso dos cidadãos a consultas, meios complementares de diagnóstico e terapêutica em tempo útil e criando medidas de proteção da mulher grávida nos cuidados de saúde e no trabalho.
O estado de ruptura em que se encontra o Sistema Nacional de Saúde (SNS) tem-se manifestado todos os dias, registando-se inúmeras situações por todo o país que colocam em causa o bom funcionamento das unidades médicas e o atendimento aos utentes. Exemplo disso são os serviços de urgência obstétrica de vários hospitais, que encerram por falta de médicos, como foi o caso, este fim de semana, de hospitais de Lisboa e Vale do Tejo, Braga e Caldas da Rainha, neste último tendo mesmo morrido um bebé durante o parto por falta de médicos.
Mas, infelizmente, o caos do SNS não se resume ao serviço de obstetrícia, estendendo-se também aos tempos de espera por consultas de medicina geral e familiar e/ou de especialidade, bem como no acesso à realização de meios complementares de diagnóstico e terapêutica, que chegam a demorar semanas, meses e nalguns casos, mesmo anos.

Tal facto é atentatório dos mais básicos e elementares direitos de acesso à Saúde e de preservação da vida humana, valor que deve ser o primeiro entre todos a defender e respeitar.
Ora, a única forma de proporcionar cuidados de saúde atempados aos cidadãos, de acordo com aquilo a que o próprio Estado diz terem direito, é referenciá-los para a primeira resposta disponível, seja ela do sector público, privado ou social, deixando, de uma vez por todas, de sobrepor preconceitos ideológicos à saúde dos portugueses.
Nesse sentido, o CHEGA propõe que o médico de família aceda a uma plataforma de marcação de consultas, que permitirá saber quais os prestadores inscritos e qual a disponibilidade de vagas nas várias especialidades, iniciando de imediato o processo de marcação da primeira consulta, o que irá reduzir substancialmente as listas de espera, otimizando recursos e proporcionando ganhos evidentes em saúde pública.

Por outro lado, relativamente às mulheres grávidas, propõe-se entre outras medidas, que o Governo promova um estudo para compreender e identificar as causas de perda gestacional e fatores associados e que inclua na prestação de cuidados de saúde perinatais e pós-parto, ações de preparação para o parto e ações formativas pós-parto que assegurem a continuidade de cuidados.

O Grupo Parlamentar do CHEGA
14 de Junho de 2022

Conteúdo em atualização.

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