João Pedro Silva – Membro da Assembleia de Freguesia da Tocha

Eu sou o João Pedro Santos Silva, tenho 51 anos, sou Empresário no Ramo da Hotelaria. Em 26 de setembro de 2021, fui eleito como Membro da Assembleia de Freguesia da Tocha, com 11,37% dos votos, tenho todo o ORGULHO em dizer que faço parte da 3ª FORÇA POLÍTICA do Concelho de Cantanhede, além de que também elenco o Grupo de Trabalho Concelhio de Cantanhede.
A Vila da Tocha, remonta já ao tempo de D. Afonso Henriques, tendo quer um legado histórico quer um legado cultural de enorme qualidade. Vai das Danças aos Cantares, dos Trajes Gandarezes aos Jogos e Brinquedos Tradicionais.
Terra de praias deslumbrantes, de gente humilde, mas continuamente com fortes ligações ao mar.
Tem na Arte Xávega e na hospitalidade os seus maiores polos de atração no Turismo, visto que a intensa procura de “Artes Ancestrais” pelos Turistas é deveras notória. Qualquer objetiva “rouba” em qualquer momento um pouco do suor destes “guerreiros do mar”.
No entanto, mesmo com este traçado Turístico envolvente deveras cativante, tem lacunas notórias, que vai desde a falta de Alojamento Local a de Instalações Hoteleiras de nomeada, e principalmente a conservação e reparação das Estradas Florestais no sentido da Praia de Mira e da Praia de Quiaios.
No entanto, o nosso principal propósito é AJUDAR A CRIAR SOLUÇÕES.
O CAMINHO É LONGO, e o TERRENO É ARENOSO, mas SE FOSSE FÁCIL, NÃO SERIA PARA NÓS!!!

Estamos cá por ti e pelos teus.

André Ventura ataca Governo que “falhou na missão de restaurar a dignidade dos portugueses”

O presidente do CHEGA, André Ventura, justificou hoje a moção de censura apresentada pelo seu partido com a “desorganização e desorientação” do Governo e recusou que o tenha feito “por qualquer motivo de agenda política”.

“O senhor primeiro-ministro sabe que tem pela frente um desafio que já não consegue concretizar, a desorganização e a desorientação geral do Governo são prova disso mesmo. O caos na saúde, nos combustíveis, no aeroporto e um ministro que já não existe são a prova final que precisávamos de que este Governo já não está cá para exercer funções”, afirmou.

No arranque do debate na Assembleia da República, André Ventura insistiu que “esta moção de censura não é feita por qualquer motivo de agenda política nem por qualquer motivo supérfluo” e acusou o Governo de “falhar na sua missão fundamental de restaurar a dignidade de Portuga e dos portugueses”.

O presidente do CHEGA frisou também que existem, atualmente, “1,4 milhões de portugueses que não têm médico de família”, lembrando que “em 2015 o primeiro-ministro prometeu médicos de família para todos os portugueses”.

Fonte: Folha Nacional

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !