Informação

A Comissão de Ética informa que, ao abrigo da Diretiva n.º 3/2020 e do Regulamento Disciplinar, foi aprovada a suspensão provisória do militante Alexandre Fernandes, por um período de 180 Dias e vai ser proposta a sua expulsão ao Conselho de Jurisdição.

Mais se informa que a suspensão provisória do militante tem ainda efeitos quanto a todos os mandatos e funções do visado, bem como quanto à sua capacidade eleitoral ativa e passiva.

A Comissão de Ética

Lisboa, 15 de Julho de 2022

Ana Ramos – Membro da Assembleia de Freguesia de Febres

Eu sou a Ana Paula Osório Ramos, tenho 46 anos, sou Professora e sou Membro da Assembleia de Freguesia de Febres, do Concelho de Cantanhede.
Febres, ‘Terra do Ouro’, outrora local de encontro, convívio e grande movimento social, uma vila de referência no Concelho de Cantanhede.
Nos últimos anos sufocada pelo decréscimo populacional, fruto da enorme corrente de emigração. O abandono das práticas agrícolas, principal fonte de rendimento rural, deixou os terrenos ao livre-arbítrio.
Estes dois fatores tornaram difícil o sucesso do comércio local, principalmente com a crescente das grandes superfícies e com a falta de população local. É notória a necessidade de uma intervenção política, que acione mecanismos que colmatem as necessidades locais e que ofereçam condições para atraír turistas e emigrantes e que simultaneamente melhorem a qualidade dos seus habitantes. Sendo Febres uma vila com enorme potencial, com as suas várias lagoas, os seus monumentos e a sua localização litoral, pode, se bem intervencionada ser uma referência turística e uma boa opçãopara residência efetiva.
Decidi contribuir com uma presença mais ativa, atenta, interventiva, de escrutínio constante e crítica em prol do desenvolvimento turístico e sustentável de Febres sempre com foco na melhoria das condições de vida dos seus cidadãos.
Vem procurar o que de melhor temos para oferecer… a hospitalidade e a gastronomia.

CHEGA pediu debate de urgência para hoje, Santos Silva acha que não é urgente

O Partido CHEGA entregou, na quinta-feira à tarde, um requerimento a pedir a realização de um debate de urgência sobre os incêndios que assolam o país, baseando o pedido no artigo 72º do Regimento da Assembleia da República.

Porém, o Presidente da Assembleia da República remeteu para a conferência de líderes do dia 20 (ou seja, na próxima semana) o agendamento do debate de urgência sobre incêndios requerido pelo CHEGA para sexta-feira, face ao calendário de trabalhos previamente aprovado.

Fonte oficial do gabinete do presidente da AR disse à Lusa que Augusto Santos Silva determinou que a próxima conferência de líderes, no dia 20, “delibere para efeitos de organização do debate e reajustamento da ordem do dia 21 de julho”, prevendo-se que o debate requerido pelo CHEGA se possa realizar neste dia.

Numa mensagem divulgada em vídeo, o presidente do CHEGA, André Ventura, tinha anunciado, quinta-feira à tarde, que pretendia marcar um debate de urgência sobre os incêndios já nesta sexta-feira, considerando que o Parlamento “não se pode prender a calendários fixos nem a suspensões fictícias” e que “tem de estar aberto” para os portugueses.

Contudo, na sexta-feira não está prevista a realização de uma sessão plenária, o que decorre da deliberação aprovada em junho que determinou a prorrogação do período normal de funcionamento do parlamento até ao dia 29 de julho, permitindo plenários até ao dia 8 e nos dias 20 e 21 do corrente mês.

Através de despacho do presidente da AR, os grupos parlamentares foram informados de que, nos termos do artigo 72.º do Regimento da Assembleia da República, a marcação do debate de urgência requerido pelo CHEGA poderia fazer-se num dos dias de plenário, 20 ou 21, sendo que o dia 20 já está reservado para o debate anual sobre o estado da nação e cabendo, assim, à próxima conferência de líderes parlamentares agendar o debate requerido pelo partido de André Ventura.

Fonte: Folha Nacional

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !