Requerimento para audição com caráter de urgência do Presidente do INEM

Exmo. Sr. Presidente da Comissão de Saúde, O CHEGA vem requerer a V/ Exa., a marcação de uma audição com carater de urgência, nos termos da alínea d), do n.º 1 do artigo 103.º e 104.º do Regimento da Assembleia da República, sobre as falhas na prestação de socorro por parte do INEM.
A este respeito e para fundamentar a urgência no agendamento desta audição refira-se que na segunda-feira, dia 18 de julho, uma professora reformada caiu numa passadeira em Campolide, tendo esperado mais de 1 hora e 15 minutos pela assistência médica. No local várias pessoas tentaram ligar para o INEM, sem sucesso. E quando o socorro chegou, prestado por uma ambulância dos Bombeiros de Fanhões, da corporação de Loures, verificou-se ser demasiado tarde, acabando a senhora por falecer.
Perante este caso concreto responsáveis do INEM afirmaram que, “naquele momento, [o Instituto] não tinha viaturas disponíveis.”.

Reportando-se a esta e outras situações análogas, o Presidente da Liga de Bombeiros Portugueses (LBP) afirma que: “O INEM não pode demorar uma hora ou hora e meia a mobilizar uma ambulância dos bombeiros, para nós chegarmos ao socorro e a população olhar para nós e dizer que demorámos uma hora a chegar. Têm que assumir as suas responsabilidades, porque os bombeiros não demoraram uma hora e meia a chegar, o INEM é que demorou uma hora e meia a encontrar uma ambulância, porque não as contratualizou previamente.”.
Atentas as informações e as denúncias públicas existentes neste âmbito, é fácil chegar à conclusão de que esta não é uma situação única. Os relatos de utentes, as denúncias de técnicos e sindicalistas e as queixas de responsáveis dos bombeiros, tornadas públicas assim o demonstram.
O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) refere, por exemplo, que num dia da semana de 18 a 23 de julho “A cidade do Porto (…) teve cerca de 80% das ambulâncias paradas por falta de técnicos e as ocorrências tiveram de ser asseguradas com meios dos concelhos vizinhos.”, enquanto a Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica (ANTEM), sublinha que o caso da “senhora que esteve 1 hora e 15 minutos estendida no chão a aguardar por uma ambulância na cidade de Lisboa” não é o único, sendo uma situação que ocorre “repetidamente”.
O Presidente da LBP, além de corroborar a existência destas falhas do INEM, frisa que esta situação irá continuar, pelo que defende ser necessário empreender “uma reforma profunda do sistema e da forma como se organiza a gestão da emergência”; “Não há falta de ambulâncias no país, há falta de gestão e contratualização”, refere. No mesmo sentido, o Presidente do STEPH, aponta para “a necessidade de revisão dos fluxos do INEM”, uma vez que o Instituto Nacional de Emergência Médica está a transportar vários doentes não urgentes para as urgências hospitalares.

Esta situação não é, no entanto, nova. Já em 2021 as viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER) do INEM estiveram 5400 horas paradas por falta de tripulação, ou seja, por falta de médico para garantir assistência em casos urgentes. No total, as ambulâncias estiveram operacionais quase sete mil horas, com a pior taxa de inoperacionalidade desde 2014.

O problema é mais grave no interior do país: em 2021 as VMER dos hospitais da Guarda, Covilhã, Castelo Branco e Portalegre estiveram um total de 3254 horas inoperacionais, o que corresponde a 135 dias completos.
Resulta destas situações e das manifestas falhas do INEM na coordenação da assistência de socorro médico, uma vez que lhe cabe esta competência no âmbito do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), que os tempos de prestação de socorro tem vindo a ser demasiado demorados, estando nalgumas situações, como parece ter acontecido na que foi acima descrita, na origem do falecimento de pessoas acidentadas a quem não é prestada assistência de forma atempada.
As falhas do INEM na prestação de socorro, a falta de coordenação denunciada por alguns dos intervenientes do SIEM, assim como a estratégia (se existir) para as evitar, carecem, pois, se ser urgentemente esclarecidas perante os representantes dos cidadãos, dada a situação de alarme social existente.
É neste contexto que o Grupo Parlamentar do CHEGA vem solicitar a V/ Exa. que tome as diligências necessárias à audição do Presidente do INEM com carater de urgência, na Comissão de Saúde.

Palácio de S. Bento, 1 de Agosto de 2022,

Os Deputados do Grupo Parlamentar do CHEGA,
Pedro Frazão
Filipe Melo

CERCA SANITÁRIA Partido CHEGA

O Partido Chega é composto por pessoas completamente normais e comuns, no entanto, ostracizado desde a sua fundação. Há que ter a grande consciência, que continua a crescer de forma sustentável e com os pés bem assentes no chão.
Está a incomodar um sistema político de bipolarização PS e PSD, que não sabem lidar com uma força política antissistema e bem comandada pelo Dr André Ventura.
Porquê?
Nunca tiveram alguém que tivesse a coragem de fazer oposição séria, e a sério, principalmente ao Partido Socialista.
Será ou seria por MEDO!?
Sim, as pessoas (têm ou tinham) medo do Partido Socialista.
O PS TEM A JUSTIÇA POLITIZADA E A COMUNICAÇÃO SOCIAL MANIPULADA.
O PSD, EU TENHO A CERTEZA QUE VAI TENTAR A TUDO CUSTO FAZER UMA CERCA (SANITÁRIA) também, ao Partido CHEGA.
Não porque seja a sua vontade, mas porque está com receio do PS.
É com políticos corajosos como o Dr André Ventura, que o SISTEMA ESTÁ A TREMER.
Há que LIMPAR os FANTASMAS e os RÓTULOS de FASCISTAS, RACISTAS, HOMOFÓBICOS, etc.
Pensem!!! O Partido CHEGA pretende uma DEMOCRACIA TOTAL.
Portugal passou por três bancarrotas!!!
Quem era governo nesse tempo, PARTIDO SOCIALISTA!!!
Quem salvou Portugal?
FMI e governos de Direita, os quais foram obrigados a fazer reformas políticas que nenhum partido político teve coragem de fazer.
Porquê?
Simples, porque o PS não quer saber de Portugal e dos portugueses, mas sim de se manter no poder, mesmo que isso custe a pobreza (Nacional).

Eles vivem das promessas eleitorais, não tem qualquer compromisso com o povo português.
A corrupção reina em Portugal impunemente, aparelhamento político sistemáticos.
Mudar um sistema corrupto, não é fácil.
Vai ser preciso muita coragem, resiliência e Fé em Deus.
PORTUGAL NÃO MERECE CONTINUAR NA CAUDA DA EUROPA, POBRES E PEDINTES, COM ELITE CORRUPTA MILIONÁRIA.
FORÇA CHEGA

Texto.: Sérgio Vaz

Chega recusa “fazer do racismo um tema em Portugal”

Líder partidário falou a propósito dos alegados insultos aos filhos de atores brasileiros, e referiu que Portugal “não é racista”.

O presidente do Chega, André Ventura, recusou esta terça-feira que se faça “do racismo um tema em Portugal”, a propósito dos alegados insultos aos filhos de atores brasileiros, e reiterou que a sociedade portuguesa “não é racista”.

“Nós estamos a dar importância a isto porque eram atores brasileiros, mas todos os dias há pessoas, há portugueses fora, há brasileiros dentro, há africanos dentro, há ucranianos dentro, há indianos dentro que têm situações nas suas vidas que são menos positivas, isso não é necessariamente racismo nem xenofobia”, defendeu o líder do Chega.

“O que me chegou em termos de informação é que aquela senhora como se meteu com aqueles brasileiros, já se tinha metido com uma série de outras pessoas antes, e, portanto, não tinha que ver sequer diretamente com isso. Mas eu não sei, não sabemos”, afirmou o presidente do Chega com base “naquilo que circulou” e em “vídeos na internet” que viu, apontando que o caso deve agora ser investigado pelas autoridades.

Fonte: Correio da Manhã

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !