II Academia Política da Juventude do Partido CHEGA!

De 25 a 28 de Agosto, em Quarteira, no Algarve! De forma a acompanhar a Rentrée do Partido CHEGA, a JCH escolheu a mítica cidade de Quarteira para receber a Academia Política mais patriota de Portugal. Cidade cujo foral fora outorgado pelo honroso Rei D. Dinis em 1297, com o objetivo de fixar uma povoação na zona.
Se em tempos valentes e orgulhosos patriotas edificaram Portugal, aos dias de hoje é o Partido CHEGA o único a defender a história e a soberania Nacional. É tempo de pensar em novos caminhos à direita!
Não percas a oportunidade de participar na II Academia Política da Juventude do Partido CHEGA, que entre vários oradores convidados, nacionais e internacionais, contará também com a presença do Grupo Parlamentar.
As inscrições abrem em breve!
Por Portugal, pelos Portugueses!

Chega avança com apreciação parlamentar de Estatuto do SNS

O Presidente da República promulgou na segunda-feira o Estatuto do SNS, considerando que “seria incompreensível” retardá-lo, e instou o Governo a acelerar a sua regulamentação e clarificar os pontos ambíguos, sob pena de se perder “uma oportunidade única”.

O Grupo Parlamentar do Chega vai pedir a apreciação parlamentar do Estatuto do SNS por considerar que “não resolve nenhum problema de fundo” e “cria problemas adicionais” de transparência, apontando também dúvidas quanto à constitucionalidade do diploma.

Em comunicado, o partido anuncia que dará “entrada esta tarde de um pedido de apreciação parlamentar do Decreto-lei promulgado pelo senhor Presidente da República, nos termos do artigo 4° n°1 alínea h) do Regimento da Assembleia dá República, com vista à sua alteração substancial”.

“A promulgação pelo senhor Presidente da República do novo estatuto do SNS, hoje publicado em Diário da República, não resolve nenhum problema de fundo do sistema de saúde português e cria problemas adicionais do ponto de vista da transparência e da eficácia”, critica o Chega.

Apontando que “a par de alguns detalhes técnicos, como os novos ‘institutos públicos de regime especial’, o sistema fica ainda mais vulnerável à corrupção e à fraude sem mecanismos de controlo e fiscalização que seriam fundamentais nesta sede”, os deputados do partido de extrema-direita consideram que “há, nesta matéria, dúvidas fundadas da constitucionalidade e da legalidade do diploma”.

Fonte: Expresso

 

FRUSTRAÇÃO, DESESPERO e SATURAÇÃO

Estas palavras, alarmantes, representam o estado de espírito dos militares da Guarda Nacional Republicana, sem exceção, incluindo claro está, os militares adstritos ao Comando Territorial de Coimbra.
Frases tais como:
“ninguem quer saber de nós”,
“não passamos de números”, “se aumentar novamente a idade da passagem à reserva, meto baixa até me ir embora”,
“estou farto disto “
“isto tá bom é para os ladrões “, são expressões usuais e repetitivas, nas tais conversas ditas de caserna…

A verdade, nua e crua, é que o panorama em matéria de segurança é assustador.

Se atendermos a que sem segurança não há liberdade, e sem liberdade, não há democracia! O caos bem como a desmoralização do efectivo é uma realidade, apesar das tentativas desesperadas do governo em pintar o quadro de outra cor… com a complacência das chefias, claro está!

O cenário nas aldeias e vilas sob jurisdição da Guarda Nacional Republicana, Distrito de Coimbra incluído é o seguinte:
– Postos Territoriais a funcionarem apenas com um homem de serviço interno e sem patrulhas as ocorrências na sua área de jurisdição.
– Agrupamento de militares de postos vizinhos que, não raras vezes, têm sob a sua responsabilidade, dois ou mais Concelhos.
– A deslocação de patrulhas pertencentes a outros Destacamentos e oriundas de outros Concelhos, para tomar conta das ocorrências ali existentes.
– A negação do direito ao descanso complementar e por vezes do descanso semanal para dar resposta aos chamados eventos de grandes dimensões, tais como, Volta a Portugal, railis, concentração de Motos ou outros, obrigando os militares a esforços desumanos e imorais, colocando em causa a segurança dos cidadãos, visto que ninguém tem o dom da multiplicidade. Se estão num lado, não podem estar noutro…

Por outro lado, e sendo certo que não há soluções “mágicas”, existe um conjunto de medidas que urge serem aplicadas, mas para tal é preciso coragem para afrontar o poder central e local:
a) O reconhecimento e a valorização da carreira profissional através de um salário condigno;
b) A abertura sistemática e recorrente de concursos de admissão ao longo do ano;
c) A reestruturação imediata dos serviços de modo a libertar os militares de tarefas exclusivamente burocráticas e por conseguinte aumentar o número de efectivos quer nos Postos Territoriais quer nas diversas valências tais como SEPNA, Investigação Criminal ou Policiamento Comunitário;
d) O encerramento dos Postos Territoriais de pequena dimensão e localizados perto de outros postos, permitindo desta forma a transferência de militares e meios logísticos para postos de maior dimensão aumentando assim não só o número de operacionais como também o número de patrulhas durante os diversos turnos e horários;
e) A permissão de continuar ao serviço de todos aqueles que atingindo a idade de passagem a reserva assim o desejem através de incentivos econômicos e sociais;
f) O agravamento das penas de forma exemplar para todos aqueles que injuriem ou agridam agentes de autoridade

Texto.: ANÓNIMO

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !