Ventura quer investigação firme sobre abusos, mas pede “compreensão” com a Igreja perante o momento que atravessa

Líder do Chega diz que a Igreja “tem o seu tempo” e os seus “procedimentos” e, por isso, pede “compreensão” perante o momento que vive. Mas isso não significa “que não tenhamos que ser muito firmes”.

O líder do Chega, André Ventura, diz que é preciso firmeza nas investigações de abusos sexuais na Igreja, mas pede “compreensão” perante o “momento” que a Igreja “está a viver”. Em declarações aos jornalistas na Feira de São Mateus, em Viseu, Ventura disse lamentar que os sucessivos casos de alegados abusos sexuais que têm sido divulgados, nomeadamente pelo Observador, estejam a acontecer na Igreja Católica, à qual pertence.

“Podemos reagir [aos casos] de duas formas diferentes: lamentar ou então saudar o esforço que está a ser feito pela verdade e transparência”, começou por dizer. “Lamento que isso aconteça na Igreja à qual pertenço”, acrescentou.

Ventura quer mão firme nas investigações. “Em matéria de abusos sexuais de menores não pode haver nenhuma barreira. Quer a Polícia Judiciária, quer o Ministério Público têm de ter via aberta para investigar sem qualquer limite”. Mas defende que a Igreja “tem o seu tempo” e pede “compreensão” perante o momento que atravessa.

Fonte: Observador

As três razões “fundamentais” para o Chega pedir apreciação de diploma do SNS

O líder do Chega, André Ventura, disse hoje que os “motivos fundamentais” para o partido pedir a revisão do diploma do estatuto do Serviço Nacional de Saúde (SNS) são a eventual inconstitucionalidade, o ser concentracionário e a sua transparência.

“Entendemos que é importante que um diploma como este não fique assim, por discutir. Há três motivos que nos levaram a fazer este pedido. O primeiro é termos dúvidas claras da sua constitucionalidade e da sua legalidade”, apontou André Ventura.

O outro, continuou, e “é uma dúvida também levantada pelo Presidente da República”, é o facto de ser altamente concentracionário” já que, no seu entender, é um “estatuto do SNS que vai concentrar em vez de descentralizar e esse é um problema sério que este diploma trata, ou não trata”.

“E, finalmente, a questão da transparência. Nós sabemos que há um nível e um número de fraude brutal no SNS e este diploma ao não criar mecanismos de fiscalização, vai-se dar a mais corrupção e a mais fraude”, defendeu.

No seu entender, “são três motivos fundamentais pelos quais o Chega entende que o decreto que entrou em vigor deve ser chamado ao Parlamento e deve ser discutido no Parlamento e, por isso, o Chega usará o seu direito, de ter mais de 10 deputados, o seu direito potestativo de obrigar a um debate parlamentar sobre esta matéria”.

Fonte: SAPO

NEGÓCIOS e INSEGURANÇA na BAIXA DE COIMBRA

Uma PROMESSA ADIADA e um DESPREZO PRESENTE

Ao longo dos tempos, têm sido elaborados relatórios detalhados sobre os problemas de Coimbra, destaco um entre muitos; “Cadernos de Geografia nº 30/31 – 2011/12 Coimbra, FLUC – pp. 181-192” dos autores Ana Maria Cortez Vaz, Cristina Faria Barros e João Luís Jesus Fernandes.
Identificam claramente e com dados precisos em 2011 e 2012, que após questionarem os residentes de Coimbra sobre “Considera Coimbra uma cidade insegura”, os resultados demonstram na pág. 8, que a perceção em todos os grupos etários indicam que a insegurança tem vindo a aumentar, ou seja 87% dos jovens e 97% dos idosos e quase todos em unanimidade, também indicam que é de NOITE onde existe mais insegurança, como o gráfico dessa mesma página demonstra claramente, é destacada a zona da Baixa como a mais problemática de Coimbra, de seguida e com 1/3 da percentagem o BAIRRO do INGOTE.
Como um dos resultados, destaco também que os residentes na Baixa de Coimbra, indicam que vão passear nos Centros Comerciais, porque aí, se sentem mais seguros e correm menos riscos. Com esta análise com mais de 10 anos, pretendo relacionar com o FUTURO DA BAIXA DE COIMBRA, para isso analisamos o passado pelo também estudo publicado em livro com o nome “A Baixa de Coimbra em finais da Idade Média:” de Octávio Cunha Gonçalves Simões Augusto em 2013, onde se refere a vida que a BAIXA DE COIMBRA tinha a diversidade de negócios, poderia destacar muito mais análises e estudos, não o farei para já; identificado também em diversos órgãos de comunicação social as várias soluções e necessidades, por exemplo em 04/09/13 (mais uma vez identificado há cerca de 10 anos) pela Lusa é referido que o conselho local de ação social, aprovou por unanimidade nesse mesmo dia, um diagnóstico social de ação social em que identificam e cito : “Este diagnóstico social não é de todo um diagnóstico de pobreza”, disse à agência Lusa a vereadora Maria João Castelo-Branco, que presidiu aos trabalhos do plenário do Conselho Local de Ação Social, com a presença de mais de 60 parceiros.”; “Coimbra é uma cidade “com um poder de compra elevado”, 44% acima da média nacional, mas “cujo potencial possivelmente não estará a ser investido como devia”, acrescentou.”.
Por fim e para percebermos o que quero afirmar no final, temos que nos lembrar das promessas do atual executivo da CM Coimbra, que também cito as palavras publicadas no site “juntossomoscoimbra.pt” : “Faça qualquer coisa pela Baixa” foi um apelo generalizado de todos os comerciantes a José Manuel Silva. Rendas descontroladas; uma profunda insegurança e falta de policiamento; falta de limpeza ou ainda a escassez de estacionamento foram as principais queixas dos comerciantes dirigidas à coligação Juntos Somos Coimbra.
José Manuel Silva escutou as várias reivindicações pelos diversos estabelecimentos onde passou “.
Com as linhas que acabei de escrever, tentei por factos demonstrar que o problema da BAIXA DE COIMBRA não é de hoje, já tem muitos anos como fiz questão de demonstrar, poderia ter escolhido dados mais recentes, ou mais antigos, penso que 10 ANOS DE INCOMPETÊNCIA é mais que suficiente, todos conhecem e nada fazem, quer dizer quase nada, pois no Terreiro da Erva colocaram uma árvore de sucata em 2ª mão e proveniente da cidade de Braga, talvez para demonstrar a decadência do local, os únicos polícias que aparecem na baixa são os municipais para multar os carros mal estacionados, ou os PSP ou os presidentes da CMC anteriores e atuais mais uns quantos vereadores, quando vão almoçar ou jantar (quase todos os dias) a um conhecido restaurante no Terreiro da Erva e fazem questão de deixar os carros na praça em que não se pode estacionar. Não deveriam estes respeitar também os sinais e as regras de transito… talvez porque o sistema de CCTV da baixa não funciona … ou talvez porque são estes o principal problema de Coimbra, Portugal é o 4º Pais da EU com mais policias, agora sabemos onde estão quase todos, pelo menos ao almoço.
Existem soluções, claro que sim; eu tenho experiência de mais de 30 anos de gestão de grandes empresas, é fácil perceber os problemas, é fácil implementar as soluções são claras e grande parte pouco dispendiosas;
Manter um negócio aberto na BAIXA DE COIMBRA, é um combate dia após dia, não pelos serviços prestados ou “vendidos”, mas pelas constantes dificuldades que nos colocam, mês após mês, pelo dinheiro que se paga em requerimentos, em rendas, em equipamentos em etc e etc, para ser mais claro, PELAS DIFICULDADES QUE O MUNICÍPIO DE COIMBRA COLOCA A TODOS OS NOVOS EMPRESÁRIOS.
Não seria mais fácil facilitar a abertura, a quem quer abrir na BAIXA DE COIMBRA, quem tem fechado um espaço ou paga por ele estar fechado ou aluga a alguém por não mais que 100 euros por mês, evita assim pagar multas e ajuda o comércio local, pelo menos deixam de ser residências para quem sabemos muito bem.
Revitalizar a BAIXA DE COIMBRA, voltar a abrir as centenas de negócios fechados, criar cultura de BAIXA DE COIMBRA, como se faz na Cidade de Setúbal, Via Catarina no Porto, Évora, Faro, Albufeira; abolir as taxas nesta área, ajudar a constituição de empresas e negócios, fazer parcerias com as empresas de Bebidas, de Café, de Retalho etc para fornecer equipamentos sem custos, deixar que os comerciantes tenham música ao vivo, coordenada com a associação da baixa. Para que se saiba, ter um Artista a tocar umas horas num estabelecimento comercial, pode ir até aos 100€/dia, pedido pelo Município de Coimbra. Mas há exceções, se o Edil do Município puder estar presente no mesmo estabelecimento a aplaudir na 1ª fila, pode ser um preço simbólico ou inexistente.
O Município de Coimbra, tem a BAIXA mais bonita de Portugal, digo isto porque conheço muitas; mas assim não vamos a lado nenhum, a incompetência na gestão do Município de Coimbra, face aos empresários do Comércio Local, não pode continuar, sabem e nada fazem.
Obrigado pelas barracas dos livros, pelos palcos de músicos não anunciados ou anunciados e que não tocam, mas ou são de uma vez por todas profissionais e trabalham para quem votou, ou saiam e desistam, deixem o lugar a alguém que possa fazer algo.
Tenho dito,

Texto.: Empresário Carlos Miranda

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !