Chega considera “perturbadora e incompreensível” contratação de Sérgio Figueiredo

O partido de Ventura quer que a Inspeção Geral das Finanças investigue os pagamentos feitos ao consultor durante a presidência de Medina na Câmara de Lisboa.

O partido Chega quer que a Inspeção Geral das Finanças investigue os pagamentos feitos a Sérgio Figueiredo pela Câmara Municipal de Lisboa, durante a presidência do socialista Fernando Medina.

Em comunicado, o Chega sublinha que a entidade deve ainda investigar todos os contratos ou prestações de serviços existentes no âmbito desta relação.

O partido de André Ventura defende que caso sejam apurados indícios de prevaricação, tráfico de influências ou outro tipo de crimes, os resultados deverão ser enviados para a Procuradoria-Geral da República para uma investigação criminal formal.

Fonte: SIC Notícias

Pessoas e Política

A figura mítica do “Velho do Restelo”, é variadamente interpretado como símbolo dos pessimistas, que são hoje substituídos pelos políticos sem mentalidade de inovação na mudança de regime e que ficam presos no “círculo vicioso e viciado” do lóbie político.
Tornando-se em políticos especialistas no politicamente correto, que é uma forma de tribalismo que enfraquece o indivíduo e põe as pessoas, umas contra as outras.
O que irrita, sobretudo, é “a mentalidade redutora”. Há quem ache que o pensamento do politicamente correto é a solução para todos os problemas.
A falta de inovação política, provoca a fragilidade política onde pouco lhes importa o bem da Res publica, da Coisa Pública, à sombra do suposto “poder de um só”, que eles usufruem das benesses do poder do Estado.
Ficam irritados quando o cidadão comum utiliza a crítica e o escrutínio social para afrontar a falta de ética e moral.
Há uns poucos para quem o céu é o limite! Querem tudo, são sedentos de poder, nunca se satisfazem com o que conseguem, sentem-se sempre exclusivos, ímpares, merecedores de tudo quanto conseguem imaginar.
Porque é verdadeiro o seu convencimento, perseguem objetivos desmesurados e, ainda por cima alcançam-nos, reforçando a certeza que têm de ser os superiores e os escolhidos.
Não se contêm quando seria o esperado, não tiveram medo do ridículo, atropelaram tudo e todos para atingir objetivos próprios, não entenderam a compaixão, a generosidade, nem mesmo o mero senso comum.
Consideram que os que não têm o DOM DA ORATÓRIA, têm menos desenvoltura intelectual ou de pensamento critico, político e social.
A famosa frase de Francisco Sá Carneiro “A política sem risco é uma chatice, mas sem ética é uma vergonha.”
Devo acrescentar que política sem inovação, provoca sistemas políticos em crise, mas NÃO É SÓ INOVAR é também OBRIGATÓRIO AJUSTAR AS INOVAÇÕES.

Texto.: Gil Pinto
Origem.: Distrital de Coimbra

Comunicado sobre as novas notícias relativas a Fernando Medina e Sérgio Figueiredo

São perturbadoras e incompreensíveis as notícias vindas a público sobre o passado de avanças e contratações entre Fernando Medina, Ministro das Finanças, e Sérgio Figueiredo, consultor.

Soubemos hoje que, a par de uma nova contratação milionária, Sérgio Figueiredo teve também avenças com a Câmara Municipal de Lisboa, quando a autarquia era presidida pelo atual Ministro das Finanças, no valor de vários milhares de euros mensais. Num dos casos, através de uma empresa, Sérgio Figueiredo terá ganho da autarquia 30 mil euros em 20 dias. Isto é inconcebível!

Dado o avolumar das suspeitas de troca de favores – com envolvimento direto de dinheiros públicos – o CHEGA insta a Inspeção Geral de Finanças (IGF), no âmbito das suas competências legalmente definidas, a proceder a uma averiguação preliminar e, subsequentemente, a uma investigação profunda sobre os pagamentos feitos pela CML, durante a presidência de Medina, a Sérgio Figueiredo, bem como os contratos ou prestações de serviços e a respetiva duração e montantes envolvidos – existentes no âmbito desta relação.

Os resultados desta investigação deverão, caso sejam apurados indícios de prevaricação, tráfico de influências ou outro tipo de crimes, ser enviados para a Procuradoria-Geral da República para uma investigação criminal formal.

Não pode, jamais, em democracia, passar a ideia de que uma maioria absoluta significa impunidade absoluta.

Direção Nacional do CHEGA

Lisboa, 11 de Agosto de 2022

Identidade e soberania na visão do mais jovem deputado belga.

No âmbito da parceria entre os partidos da nossa família política europeia, recebemos na Academia de Verão da JCH, Filip Brusselmans, do Partido Vlaams Belang, da Bélgica.
O mais jovem deputado do parlamento belga, vem falar-nos de dois temas fundamentais para os partidos com a nossa matriz política: Identidade e Soberania. Dois campos em que o Identity and Democracy se têm destacado pela defesa clara de uma Europa de Nações.
Como tornaram a Juventude do seu partido uma das mais populares do seu país? Como cultivam nos jovens o amor à pátria e o respeito pelas tradições? Estas são algumas das questões a que o Filip Brusselmans irá responder!

CHEGA pressiona Governo a alargar a gratuitidade das creches a todas as famílias e a recorrer ao sector privado quando necessário

O CHEGA deu entrada, esta quinta-feira, de um Projecto de Resolução que visa garantir que todas as crianças tenham acesso a uma creche gratuita, quer seja no sector público, no sector social ou no sector privado.

A lei n.º 2/2022, publicada a 2 de janeiro, prevê o alargamento progressivo, até 2024, da gratuitidade das creches com acordo cooperativo e das amas do Instituto da Segurança Social. Porém, numa primeira fase, a gratuitidade abrange apenas as crianças que entrem no primeiro ano de creche, em instituições do sector solidário com acordos de cooperação, bem como as que estejam nos 1.º e 2.º escalões de comparticipação familiar, independentemente do ano que frequentem, e que já tinham direito a creches gratuitas.

Em julho passado, o Governo anunciou a conclusão do acordo com a União das Misericórdias e a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, que irá assegurar a gratuitidade das creches para as crianças do 1º ano em setembro sem avançar, contudo, com um diagnóstico real da relação entre vagas disponíveis e número de crianças abrangidas. A medida do Governo apenas estará disponível para o sector público e IPSS, e sem se saber se existe essa capacidade, o sector privado fica de fora da medida.

A questão torna-se ainda mais relevante tendo em conta que apenas são conhecidos os dados relativos às taxas de cobertura de creches de 2020 e já nessa altura os números eram preocupantes: Porto, Lisboa e Setúbal apresentavam as taxas de cobertura mais baixas do país – 35%, 44% e 45%, respectivamente.

Não havendo números relativos ao ano passado, tal significa que, a manterem-se os valores de 2020, as famílias de mais de metade das crianças não terão acesso às creches gratuitas.

Uma vez que o início do ano lectivo está para muito breve e tanto pais como instituições têm mais dúvidas do que certezas, o CHEGA apresenta um Projecto de Resolução com vista à clarificação dos dados acima expostos e à resolução dos problemas de vagas que existem no sector público e que tanto prejudicam milhares de famílias e, consequentemente, a taxa de natalidade em Portugal.

Com o objectivo de proteger as famílias e promover uma política de natalidade, tão necessária e urgente no nosso país, o CHEGA recomenda ao Governo que promova, a nível nacional, o levantamento da rede de creches existente, com dados actualizados, que tenha como objectivo primordial identificar todas as vagas disponíveis, em equipamentos públicos, privados ou do sector social.

O Projecto do partido liderado por André Ventura prevê ainda que o Executivo garanta uma taxa de cobertura de 100% em todo o território nacional, recorrendo ao sector privado sempre que tal taxa de cobertura não se verifique, deixando-se, assim, de preconceitos ideológicos que mais não fazem do que prejudicar famílias e crianças.

Palácio de São Bento, 11 de agosto de 2022

O Grupo Parlamentar do CHEGA

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !