CHEGA / Publicação atual

Chega diz que plano do Governo é “vazio, tardio” e sem efeito na “vida real”

André Ventura fala de um conjunto de medidas que constituem “uma fraude política, uma fraude financeira e uma fraude fiscal”.

O presidente do Chega considerou esta segunda-feira que o plano de apoio às famílias para mitigar os efeitos da inflação é “vazio e tardio” e que as medidas anunciadas pelo Governo constituem “migalhas” face às necessidades dos portugueses.

Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, em Lisboa, André Ventura considerou que o Governo apresentou “um plano vazio, tardio e que não tem nenhuma repercussão na vida real das pessoas”.

“Este plano é uma fraude política, uma fraude financeira e uma fraude fiscal”, acusou, considerando que “não se traduzirá em quase nada no bolso dos portugueses e não vai certamente conter a inflação, que vai continuar a galopar”.

O líder do Chega considerou também que o plano “é uma migalha” em comparação com o aumento do custo de vida, além de uma “fraude e uma ofensa às famílias”.

“São migalhas face à fortuna que o Governo tem arrecadado com inflação e com o aumento do custo de vida”, criticou Ventura.

Apontando que o Chega esperava que as medidas anunciadas pelo Governo “respondessem aos reais anseios da população”, o líder do partido de extrema-direita apontou que “o total do pacote que o Governo hoje anunciou tem o valor de quatro mil milhões de euros, só em IRS o Governo cobrou 12 mil milhões de euros com a inflação, só em IVA 11,5 milhões de euros”.

Fonte: TSF

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on telegram
Telegram
Share on pinterest
Pinterest
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email

Partido Político CHEGA
Rua Miguel Lupi 12 - 1ºdrt.
1200-725 Lisboa
Contacto Sede: 213 961 244 – das 10h00-19h00
Assessoria de Imprensa: 934 454 043
Protocolo e Eventos: [email protected]

Política de Privacidade
Responsável pelo tratamento de dados: [email protected] Finalidade do tratamento: inscrição e gestão da condição de futuro militante no chega, em observância do art.º 9.º, n.º 2, al. D), do regulamento geral sobre a proteção de dados (RGPD). Os dados pessoais do futuro militante são objecto de processamento informático e de utilização no âmbito das actividades das estruturas internas e autónomas e diferentes candidaturas eleitorais internas de futuros militantes recebidas, nos termos que vierem a ser definidos dos estatutos e dos regulamentos eleitorais do chega, com a garantia de não serem divulgados a outras entidades para outras actividades que não se enquadrem no âmbito da declaração de princípios e das actividades do chega. Caso se venha a equacionar a cedência de dados a terceiros para uma finalidade legítima, tal carecerá sempre da obtenção prévia do consentimento do futuro militante. Prazo de conservação: os seus dados serão conservados enquanto perdurar a constituição do partido e, posteriormente, a condição de militante e, caso se aplique alguma norma estatutária ou regulamentar que implique a conservação dos dados para lá desse momento, nomeadamente de ordem disciplinar, até ao final do prazo estatutariamente ou em regulamento previsto para a efectivação dessa norma. Direitos dos titulares: o titular dos dados pode exercer os seus direitos de acesso, rectificação, oposição, apagamento ou limitação dos seus dados pessoais, nos termos do RGPD, devendo, para o efeito, remeter o seu pedido, por escrito, para [email protected] Direito de queixa: caso assim o entenda, o titular dos dados tem o direito de apresentar queixa junto da comissão nacional de protecção de dados. Encarregado de protecção de dados: em cumprimento do RGPD, o encarregado da proteção de dados pode ser contactado através do endereço eletrónico [email protected]

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !