ÉVORA sempre disse CHEGA

Desde que me conheço que sou de DIREITA
Ingressei na Juventude Centrista em novembro de 1985, e ao atingir a maioridade, tornei-me militante do CDS, partido que sempre apoiei até meados de 2017, devido ao caminho seguido pela então presidente Dra. Maria de Assunção Oliveira Cristas Machado da Graça.

Sentia que havia uma grande lacuna na DIREITA em Portugal, até que vejo ANDRÉ VENTURA como candidato do PSD à Câmara de Loures, pessoa pela qual não tinha muita admiração, devido a paixões clubistas, mas clubes à parte, comecei a seguir a sua BRILHANTE CARREIRA POLÍTICA.

Em outubro de 2018 comecei a partilhar nas redes sociais o que ANDRÉ VENTURA publicava, andei na angariação de assinaturas para a constituição do partido e a 19 de janeiro de 2019 criei a página do CHEGA – DISTRITAL DE ÉVORA.
Fiz parte da Comissão Instaladora, tendo a Comissão Política Distrital de Évora do partido CHEGA sido eleita em fevereiro de 2020, da qual fui presidente com muito orgulho e satisfação, até abril de 2022.

Mas voltando atrás, a 13 de abril, na Quinta do Cortador em Cascais, no lançamento da coligação Basta-CHEGA (CHEGA/PPM/D21 e PPV/CDC), foi onde vi e ouvi, o primeiro discurso ao vivo do nosso presidente ANDRÉ VENTURA e desde aí nunca mais parei. Passados 15 dias, a 27 de abril, organizo um almoço seguido de visita na Ovibeja no âmbito das eleições europeias de 2019, e o último evento de campanha onde estive presente para as ditas eleições.
A 19 de maio no Mercado do Livramento em Setúbal seguido de arruada, visita à Volkswagen Autoeuropa em Palmela e acabamos o dia numa arruada no Montijo.

Nesse mesmo ano sou cabeça de lista por Évora às Legislativas, Cabeça de Lista à Câmara Municipal de Évora nas Eleições Autárquicas de 2021 e número 2 pelo Círculo Eleitoral de Évora às Legislativas de 2022.

Em junho de 2019, sou um dos 30 Conselheiros Nacionais eleitos no I Congresso do Partido, reeleito no III Congresso em Coimbra e novamente no IV Congresso em Viseu, e como Conselheiro Nacional fiz sempre questão de estar presente em todos os Conselhos Nacionais que foram dez até à presente data:
1 – Portalegre
2 – Linda-a-Velha
3 – Nazaré
4 – Amares
5 – Beja
6 – Santarém
7 – Sagres
8 – Leiria
9 – Porto
10 – Guarda

Em setembro de 2020 faço parte da organização do II Congresso em Évora.

A minha presença em todas as manifestações deste partido também foi uma constante, é na rua que me sinto bem e sem sombra de dúvida que as ruas ficam com outro ar quando são nossas.

A 12 de abril do corrente ano e mediante carta dirigida ao nosso presidente ANDRÉ VENTURA, peço a demissão de presidente da Comissão Política Distrital de Évora, em virtude de achar ser o momento de haver uma nova lufada de ar fresco na mesma, para benefício de todos nós.

A 11 de maio por decisão do presidente da Direção Nacional, sou nomeado Secretário-Geral Adjunto, cargo que ocupo atualmente e que tudo faço para o honrar todos os dias.

Todo este meu percurso não seria possível sem a confiança do meu partido e de todos os membros que o compõem.

Sou um militante ativo, sempre que posso e nas minhas possibilidades ajudo o meu partido a crescer, estou com o CHEGA e com o nosso presidente ANDRÉ VENTURA desde o início, mas não faz de mim um fundador, sou o militante n.º 41 e para mim o único fundador deste partido tem nome e chama-se ANDRÉ VENTURA.

Tenho a convicção que a serenidade da história vai reconhecer o partido CHEGA como profundamente positivo para a sociedade portuguesa.
Viva Portugal
Viva o CHEGA
Viva André Ventura

Texto de.: Carlos Magno Magalhães
Secretário-Geral Adjunto

Chega lamenta falta de “apoios novos” às empresas e critica medidas “mais do mesmo”

André Ventura considera que “a maior parte do universo empresarial português fica de fora destes apoios”.

O Chega lamentou esta quinta-feira que o Governo tenha anunciado “poucos apoios novos” para as empresas, considerando que se limitou a aumentar os que já existem e a avançar com medidas “mais do mesmo”.

André Ventura falava aos jornalistas na Assembleia da República em reação às medidas de apoio às empresas aprovadas esta quinta-feira em Conselho de Ministros.

“Tirando a formação, o pacote apresentado significa muito pouco nas contas finais da maior parte das empresas”, considerou Ventura, advogando que “a maior parte do universo empresarial português fica de fora destes apoios”.

Fonte: Dinheiro Vivo

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !