Ditadura. Parlamento volta a negar vice-presidência ao CHEGA

Os deputados à Assembleia da República mostraram, uma vez mais, um enorme desrespeito pelos 400 mil portugueses que votaram no partido CHEGA nas últimas eleições legislativas.

Esta falta de respeito fez-se notar, novamente, quando, esta quinta-feira, os deputados reprovaram, pela terceira vez, o nome de um deputado do CHEGA para ocupar o cargo de vice-presidente da Assembleia da República que se encontra vago.

Cabe recordar que o Regimento da Assembleia da República determina, no número 2 do artigo 23º, que “cada um dos quatro maiores grupos parlamentares propõe um Vice-Presidente e, tendo um décimo ou mais do número de Deputados, pelo menos um Secretário e um Vice-Secretário” – o CHEGA é o terceiro maior grupo parlamentar – e a prática parlamentar das últimas décadas é a de que os quatro maiores grupos parlamentares tenham um deputado na vice-presidência da Assembleia da República.

Desta forma, e mais uma vez, caiu a máscara aos falsos democratas que poluem o Parlamento e que desrespeitam a vontade dos portugueses, em particular dos 400 mil portugueses que transformaram o CHEGA no terceiro maior partido da política portuguesa.

O deputado Rui Paulo Sousa viu assim a sua eleição a vice-presidente da AR falhar com 64 votos favoráveis, 137 brancos e 12 nulos, num total de 213 deputados que votaram.

O KILÓMETRO 238

Após vários anos, em que o CONCELHO DE PENACOVA esteve agarrado a uma letargia preocupante, praticamente anémico, é cada vez MAIS FREQUENTE, observarmos várias referências a este lugar de qualidade ímpar.

Da EVOLUÇÃO DAS REDES SOCIAIS, emergiu um verdadeiro ”MUST”, para o desenvolvimento do TURISMOS e da REGIÃO: O MARKETING DIGITAL.

Sem um apport de medidas envolvendo atributos âncora, eram sucessiva e reiteradamente “esquecidas” as potencialidades que poderiam ano após ano, dar um acréscimo, no mínimo, ao NAMING da região.
No entanto, temos visto que nestes últimos 12 meses algo mudou… mas não é suficiente!

O Posto de Turismo da N2 abriu, se bem que projectado na Legislatura anterior, os RESTAURANTES continuam a chamar visitantes, vários EVENTOS CULTURAIS LOCAIS, têm aproveitado e potencializado, os ex-libris do Concelho, tais como, Mosteiro de Lorvão, o Reconquinho e o Vimieiro. Atualmente estão mais concorridos que nunca, e mais recentemente, realizou-se um FESTIVAL GASTRONÓMICO com COMIDAS DO MUNDO, na Vila de Penacova, onde os DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, do Grupo Parlamentar do CHEGA, estiveram presentes e se agraciaram com as belezas da região.

Mas falta transportar estes atributos ao mundo, lamentando, cada vez que abrimos as “REDES SOCIAIS” não podermos degustar um vídeo dos mais variados lugares que transmitem as mais belas e relaxantes sensações audiovisuais.

Turismo natureza: Bird watch, Pontes suspensas, Trilhos Serranos, um Espaço Florestal Laurissilva e um Roteiro “4season” seria desejável, naquilo que se pretende que seja o definitivo lançamento do Concelho.

E que muitos caminhos se entronquem no Kilómetro 238!!

Texto.: Carlos Mendes Oliveira
Coordenador do GT de Penacova

Projeto Lei-Acesso de todos os comercializadores às tarifas reguladas de gás natural

Depois de tantos anos a incentivar os consumidores a aderir ao mercado livre de energia, como mandam as diretivas da União Europeia, perante uma série de constrangimentos, derivados de restrições no fornecimento de gás natural motivada pela guerra da Ucrânia, dos aumentos progressivos no preço grossista do gás natural e das subidas acentuadas nas tarifas da eletricidade a clientes finais anunciadas para o próximo mês de outubro no mercado livre, a que se associa os significativos aumentos de preços dos bens de consumo, com uma inflação em julho e agosto de 9%, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.

Entretanto a Galp anunciou o aumento dos preços do gás natural em outubro, depois de em julho ter promovido um aumento de cerca de 3,60 euros para o escalão mais representativo, justificando a volatilidade dos mercados e os inerentes aumentos do custo, como razões para a atualização.

Por sua vez, a EDP Comercial anunciou que vai aumentar o preço do gás em média 30 euros mensais, mais taxas e impostos, também a partir de outubro, devido à escalada de preços nos mercados internacionais e após um ano sem atualizações.

Por consequência o Governo, tendo por base o decreto-lei n.º 57-B/2022, de 6 de setembro, está a possibilitar a 1,3 milhões de consumidores que estão integrados no mercado livre do gás natural, que procedam às tarifas reguladas.

Estas tarifas reguladas são definidas anualmente pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), podendo ser revistas trimestralmente caso os preços no mercado grossista ibérico (Mibel) sofram significativas alterações.

De acordo com o explicitado pelo Ministro do Ambiente e da Ação Climática, apesar do aumento esperado de 3,9% no preço do gás no mercado regulado a partir de 1 de outubro, ainda assim este será 33% mais baixo face à oferta do mercado livre por parte da maioria das comercializadoras.

Considera o Ministro do Ambiente e da Ação Climática que neste momento “a tarifa regulada é um grande apoio para a contenção de custos das famílias, que em desespero de causa permite mesmo contornar o aumento de preços do gás e da eletricidade”.

Perante esta possibilidade torna-se premente que todos os comercializadores que operam no mercado liberalizado tenham acesso ao mercado regulado do gás natural, que perante a transferência de clientes para a tarifa regulada, compromete a viabilidade de concorrência no setor do gás natural e pondo em causa a sua sobrevivência.

Assim ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do CHEGA apresenta o seguinte projecto-lei:

Artigo 1.º

Objecto

O presente diploma permite no imediato aos comercializadores do mercado livre o acesso ao gás natural que está a abastecer os clientes com tarifas reguladas.

Artigo 2.º

Alteração ao Decreto-Lei n.º 57-B/2022, de 6 de setembro

São alterados os artigo 1.º e 2.º do Decreto-Lei n.º 57-B/2022, de 6 de setembro, os quais passam a ter a seguinte redacção:

“Artigo 1.º

(…)

1. (anterior corpo do artigo).

2. O presente decreto-lei estabelece ainda um regime excecional e temporário que permite aos comercializadores de gás natural aderir ao regime de tarifa regulada de venda de gás natural.

Artigo 2.º

(…)

1. (…).

2. Se optar pela mudança de comercializador, esta efetua-se através do operador logístico de mudança de comercializador e processa-se nos termos definidos no Regulamento das Relações Comerciais, aprovado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

3. (…).

4. (…).

5. (…).

6. (…).“

Artigo 3.º

Entrada em vigor

O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação em Diário da República.

 

Palácio de São Bento,  21 de Setembro de 2022

Os Deputados do Grupo Parlamentar do CHEGA,

André Ventura – Bruno Nunes – Diogo Pacheco de Amorim – Filipe Melo – Gabriel Mithá Ribeiro – Jorge Galveias – Pedro Frazão – Pedro Pessanha – Pedro Pinto – Rita Matias – Rui Afonso – Rui Paulo Sousa

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !