“Quer Costa queira, quer não, esta será sempre a revisão constitucional iniciada pelo Chega”, diz Ventura

Para o presidente do Chega, há matérias que podem gerar “um amplo consenso nacional”, como os metadados, os direitos digitais e a proteção animal. São três matérias onde é possível que Chega, PS e PSD se entendam, disse

O presidente do Chega, André Ventura, afirmou esta sexta-feira que “quer António Costa queira, quer não” o processo de revisão constitucional terá sido sempre iniciado pelo Chega, mostrando-se esperançoso em matérias consensuais com PS e PSD.

“Na revisão constitucional não está em causa se o Chega vai passar ou não vai passar. O que está em causa é se vamos chegar a consensos para melhorar e modernizar o nosso texto fundamental. Quer António Costa queira, quer não queira, esta será sempre a revisão constitucional iniciada pelo Chega”, defendeu André Ventura, em declarações aos jornalistas.

Fonte: Expresso

Chega quer ouvir Carlos Costa no Parlamento sobre alegadas pressões do primeiro-ministro

André Ventura considerou ser preciso perceber “se e porquê” António Costa protegeu Isabel dos Santos, um dia depois de o primeiro-ministro ter admitido processar o ex-governador do Banco de Portugal por ofensa à sua honra, por Carlos Costa ter afirmado que foi pressionado para não retirar a empresária angolana do BIC.

O Chega vai pedir a audição do antigo governador do Banco de Portugal Carlos Costa para esclarecer se o primeiro-ministro tentou proteger a empresária angolana Isabel dos Santos, tendo contactado o PSD para constituir uma comissão de inquérito.

Em conferência de imprensa no Parlamento, o presidente do Chega, André Ventura, considerou ser preciso “perceber se e porquê protegeu o primeiro-ministro Isabel dos Santos”, um dia depois de António Costa ter admitido processar o ex-governador do Banco de Portugal Carlos Costa por ofensa à sua honra, por este ter afirmado que foi pressionado para não retirar Isabel dos Santos do BIC.

“O país não pode esperar que o processo de António Costa contra Carlos Costa se desenvolva e é preciso esclarecimentos rápidos. E, por isso, eu ouvi o vice-presidente do PSD António Leitão Amaro dizer que o PSD iria pedir explicações, mas tanto quanto sei, à hora que entrámos para esta conferência de imprensa, não havia ainda nenhum requerimento formal no Parlamento para que Carlos Costa seja aqui chamado e preste explicações”, afirmou.

O Chega, “até ao final do dia de hoje” [sexta-feira], entregará esse requerimento “para que o antigo governador do Banco de Portugal preste esclarecimentos no Parlamento sobre a veracidade das afirmações que ali contém”.

Fonte: Expresso

Conteúdo em atualização.

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