HABITUEM-SE

“HABITUEM-SE!”
“Habituem-se!” … assim disse António José Seguro! E claro está que depois de 7 anos de assalto ao poder, Habituem-se! Porque viveremos um:
– Novo ano com mais depauperamento de todos os Portugueses;
– Novo ano com os restantes Países do Euro e da União Europeia a ultrapassarem-nos, nos mais diversos rankings estatísticos. Só numa estatística é que mantemos a vanguarda: a estatística da carga fiscal, em concreto, no nível de taxação de Impostos Indirectos, de taxas e taxinhas que nos ‘consomem’ recursos, diariamente, nos nossos actos de consumo e de utilização de serviços;
– Novo ano e lá continuará a política das cativações de modo a que os indicadores em Contabilidade Pública, na óptica de Maastrich, estejam favoráveis para a Europa (para quem vive em Portugal, verificamos com os serviços públicos, que não funcionam);
– Novo ano com a malcriação do Primeiro-ministro na ordem do dia, como motu próprio da sua acção pessoal e nos actos da governação;
– Novo ano com o Primeiro-ministro Costa preocupado com a Regionalização e a Descentralização impondo uma Agenda para a distribuição de cargos pelos ‘amigos’ do Partido e nas Câmaras Municipais, mais despesa corrente por força das medidas descentralistas da Agenda;
– Novo ano com a contínua romaria do Primeiro-ministro Costa, à Europa, para pedinchar dinheiro, ora para o PRR, ora para a transição digital, ora para a transição carbónica, ora para isto ora por aquilo porque, a verdadeira razão está no aumento astronómico da despesa corrente do Estado (sempre de mão estendida tal e qual um verdadeiro pedinte/mendigo);
– Novo ano com a apresentação diária de ‘novos’ Programas de Investimento, do Governo, com promessas de realidade em 2025-2026 ou 2027, cujo dinheiro vem da Europa lá para os ‘idos de março’ ou…;
– Novo ano com os casos de corrupção de elementos afectos ao PS ou seus simpatizantes que vão sendo o normal, com uma Justiça e Procuradoria-Geral da República ‘tomadas’ por dirigentes afectos ao PS ou simpatizantes;
– Novo ano com o Primeiro-ministro Costa a governar para as eleições (dando sempre como cenoura para o asno), o aumento do salário mínimo nacional acima do crescimento do PIB;
– Novo ano com a taxa de inflação permanecendo alta. Os aumentos dos preços de bens e serviços estão claramente associados a baixa produtividade do trabalho, aos aumentos dos custos de produção dos factores de produção, no caso, da mão-de-obra, além dos preços das comodities, que no mercado internacional sofrem com os conflitos regionais/internacionais;
– Novo ano com as verdadeiras Reformas a não se fazerem por uma gestão política, própria do nepotismo do Primeiro-ministro e, porque Socialista, não sabe governar sem o dinheiro dos outros e as Reformas do Estado pedem sacrifícios de todos os Cidadãos e o Primeiro-ministro Costa tem MEDO da contestação;
– Novo ano com mais 365 dias de empobrecimento!
– Habituem-se!

Rui Pedro Matos
(Professor de Economia)

Ventura diz que administração da TAP “não tem condições para continuar”

O presidente do Chega considerou, esta quarta-feira, que a administração da TAP incorreu numa “mentira deliberada” quando, há cerca de um ano, comunicou à CMVM que a ex-administradora Alexandra Reis tinha saído da empresa por vontade própria. André Ventura considerou que a CEO Christine Ourmières-Widener, bem como a restante equipa, “não têm nenhumas condições para continuar”.

Ventura sublinhou que, na audição parlamentar desta quarta-feira, a presidente executiva da TAP “reconheceu que foi cometida uma ilegalidade”, ainda que tenha responsabilizado os advogados. “Quando estamos à frente de uma instituição, seja quem for que nos aconselhe, somos nós que tomamos as decisões”, contrapôs o líder do Chega, classificando as declarações de Christine Ourmières-Widener como estando “entre o estupefacto e o ridículo”.

Para Ventura, a CEO da transportadora foi ao Parlamento dizer que “todos têm responsabilidade menos ela própria”. Sustentando que o comunicado à CMVM constitui um crime de falsificação de documento, o líder da extrema-direita acusou Ourmières-Widener de ter participado numa “mentira deliberada”, na qual faltou à verdade “ao país, ao regulador e, eventualmente, ao Governo”.

Fonte: Jornal de Notícias

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !