Manifestação contra o Racismo e contra os racistas que se dizem anti-racistas!

Claro que há racistas em Portugal. A começar pelos racistas que se dizem não racistas e promovem manifestações anti-racistas para… inventarem o racismo. Os que querem à viva força que Portugal seja racista para terem pretexto de vandalizarem estátuas, atacarem e injuriarem as polícias, queimarem carros e caixotes do lixo e, já agora, partirem umas montras, assaltarem umas lojas e justificarem alguns empregos políticos baseados em supostas lutas anti-racistas.

Portugal – na sua esmagadora maioria – não é racista. Toda a gente sabe, é uma evidência e quem diz o contrário ou é cínico ou tem interesses partidários nessa afirmação.

Racistas, racistas (na verdadeira acepção da palavras) haverá 1.000, 5.000, 10.000 portugueses racistas. Se tanto… Mas o povo português, na sua praticamente totalidade, não é racista. Ao contrário de outros povos (muitos norte-americanos, alguns europeus, vários africanos), Portugal não é racista.

Por razões de imitação a movimentos estrangeiros (numa atitude por vezes ingênua, outras vezes criminosa), há quem queira fazer de Portugal um país racista.

Estamos a falar de alguma esquerda radical, jovens excitados e gente oportunista, para quem “quanto pior melhor”. 

Gente que vê racismo onde não há e até chegam a acreditar nisso. 

Gente que, lutando contra os seus próprios fantasmas, tentam inventar o racismo em Portugal, perante a indiferença do povo português que, encolhendo os ombros, apenas comenta: “pobres coitados!” E segue em frente…

Enquanto for assim, enquanto não passarem de uns rapazecos que fazem barulho e causam distúrbios para aparecerem nos telejornais… a coisa vai andando. Eles há-os um pouco por todo o mundo. Normalmente crescem e tornam-se gente inofensiva.

Mas há os perigosos, os agitadores profissionais e os partidários que ambicionam viver à custa do Estado a pretexto do racismo. Esses há que desmascará-los e combatê-los. Não só porque é imoral como à custa de tanta gritaria ainda conseguem convencer o povo português de que é efectivamente racista.

Portugal tem um legado histórico de humanismo que, por muito que se tente negar, é factual! 

Portugal foi negreiro, como muitos outros países europeus. Mas fez parte também dos pioneiros que, pela primeira vez na história da Humanidade, acabou com a escravidão, uma das bases do sentimento racista.

Sim, toda a gente se esquece que racismo e escravidão sempre houve em todos os lugares, em todos os povos, em todos os tempos. Mas só uma civilização acabou com a escravidão e combateu o racismo: a Europeia. E Portugal estava lá, entre os primeiros!

Para quê denegrir o povo português (e europeu) quando deveríamos era glorificar. 

Porque é que os jovens agitadores e a esquerda radical no seu todo não denunciam e combatem o racismo e a escravidão que continua a existir, hoje em dia, em África, no Oriente, em muitos Países Árabes? Dá muito trabalho não é? E pode até ser perigoso. É mais fácil queimar uns caixotes de lixo ao pé de casa…

O Partido CHEGA quer lutar pela verdade. Portugal não é racista e isso tem de se dizer em voz alta e de forma clara. Alto e bom som! Sem rodeios. 

O CHEGA não alinha em modas e no falso politicamente correcto. 

O Mundo já viveu muitas mentiras políticas, algumas com efeitos dramáticos em mortes e sofrimento. O Partido CHEGA recusa-se a alinhar em mais uma farsa histórica. 

Portugal não é racista e isso tem de se dizer, proclamar, e gritar. Sem medo! Com orgulho!

Todos dia 27 de junho de 2020 na manifestação promovida pelo Partido CHEGA…

José Augusto Dias, Vice-Presidente do Chega para a Justiça e a Segurança