O 25 de Novembro é uma data nacional.

Portanto. é uma data que pertence a todos, não é uma data que possa ser dividida, fraccionada, objecto de lutas conjunturais”. Eu e o CHEGA, estamos perfeitamente de acordo com o Senhor Presidente da República sobre o facto de o 25 de Novembro ser uma data nacional e não património de um grupo ou partido.

Mas, assim sendo, que seja festejado na sede do país democrático, a Assembleia da República, como o CHEGA pretende, e que se não deixe isso ao cuidado de um grupo, ou partido ou, mesmo – coisa bizarra – de um informal almoço entre o Presidente da República e um dos representantes de um dos intervenientes nos acontecimentos dessa data, o general Ramalho Eanes, nem sequer o mais representativo de todos eles que foi, sem dúvida nenhuma, o general Jaime Neves.

O CHEGA festejou na AR essa data apenas porque a AR o não festejou ela própria solenemente.

Convinha que Sua Excelência, o Senhor Presidente da República tivesse presente que a lógica aristotélica, pelo menos até determinação em contrário da Presidência da República ou do inefável Boaventura Sousa Santos, continua em vigor!

Diogo Pacheco de Amorim
Vice-Presidente do Partido CHEGA!