Mia Couto e José Eduardo Agualusa

Eleições Presidenciais de 2021

O Meu Diário de Voto em André Ventura por Gabriel Mithá Ribeiro

Leia diariamente nesta página textos, excertos ou frases destinados a resgatar os portugueses da alienação mental imposta pelas elites jornalísticas, académicas, intelectuais, políticas ou artísticas de um regime falido. Contra ele, André Ventura e o CHEGA fazem germinar uma força moral e cívica imparável que fará nascer a IV República Portuguesa. 

 Em 2019, Mia Couto e José Eduardo Agualusa deram uma entrevista conjunta ao jornal online Observador execrando Jair Bolsonaro, o presidente do Brasil eleito em 2018. O detalhe é o de um e outro intelectuais e escritores dirigirem encómios a sanguinários africanos com provas dadas, como Samora Machel. Condenam um presidente brasileiro democraticamente eleito por crimes que imaginaram que cometerá num futuro qualquer que nunca chegará enquanto apagam das suas memórias crimes hediondos em que são cúmplices pelo silêncio ou ativismo. 

Mia Couto é ostensivo. Parece que nada sabe sobre a violência das aldeias comunais, dos campos de reeducação ou da purga da Operação Produção (1983), tudo demasiado óbvio em Moçambique nos tempos do seu herói comunista, Samora Machel. Agualusa é contorcionista no seu africanismo

Ver gente que dorme tranquila por cima de milhões de cadáveres africanos, da fome e da miséria do tempo histórico que veneram, o saído das revoluções progressistas e suas inevitáveis e prolongadas sequelas, sem a mínima consciência de culpa, remorsos ou arrependimentos é intrigante. Vê-los ter sucesso cívico é arrepiante. O que escrevem é lá com eles. 

Mas a destruição de África não é um mistério literário ou intelectual, nem o assassínio e a expropriações violentas de portugueses inocentes há cerca de quarenta que eles fingem ser justificável, natural ou inexistente. 

A culpa do lastro sanguinário que disfarçam vai para meio século é, pelos vistos, do Trump, do Bolsonaro ou do Ventura. É justo continuar a suportar tais sujeitos? 

Gabriel Mithá Ribeiro