Ler ou ouvir um comediante pegar numa pequena porção de uma notícia e brincar com isso, consigo aceitar e porventura achar divertido, humor é isso, caricaturar algo e ir buscar o que possa haver de caricato, mesmo que insignificante, utilizando isso para satirizar.

Com os orgãos de comunicação social é diferente, lembro-me de quando a sua função era a de informar, de uma forma rigorosa, criteriosa e isenta. Hoje em dia os orgãos de comunicação social, quase todos, estão ao serviço da politica, cada um defende o seu dono, no sentido literal e vale tudo para a caça ao voto, incluíndo mentir e inventar.

Os ataques ao CHEGA, de André Ventura eram expectáveis, quando alguém tem a coragem de dar voz ao povo ao invés das pseudo-elites intelectuais, assusta essas mesmas elites que estão há anos habituadas a tentar impor o seu pensamento e no caso desta esquerda que nos desgoverna, aos poucos vão mesmo passando as suas opiniões, condicionando quem pensa o contrário e perseguindo quem tem a coragem dos expor. Isto está-se a passar em Portugal, como já se passou anteriormente, por exemplo, na Argentina e na Venezuela, com os resultados que estão à vista.

Desde que a Coligação CHEGA foi anúnciada e a ida às urnas se tornou inevitável, os ataques adensaram-se, tal como a falta de vergonha e pudor de muitos orgãos de comunicação, titulos como “André Ventura quer GNR condenado por matar menor…”, ou “PPM. De partido respeitável a produto tóxico…”, em que se diz abertamente uma mentira, a de que o CHEGA defende a pena de morte, é falso e é uma calúnia, tal como muitas outras acusações com que o Partido CHEGA e o seu líder são atacados diariamente.

A realidade é que existe medo, os partidos do “regime” estão legitimamente assustados, mas o seu medo é apenas o de perderem a agência de emprego em que estes mesmos partidos (PS, PSD, CDS, PCP e BE) se transformaram, medo de serem confrontados com a vontade das pessoas reais, serem confrontados com pessoas fora da esfera politica que sabem e entendem o que é viver neste país caótico, com a educação pelas ruas da amargura, a cultura reduzida áquilo que a esquerda quer, a saúde num estado deplorável, a insegurança e os crimes violentos a aumentarem desmesuradamente.

Tenham medo sim, o CHEGA já é uma realidade, já é um verdadeiro Partido Político (apesar de aguardar ainda a oficialização do TC, que estará para breve), tenham medo porque o CHEGA, do André Ventura, já é o CHEGA, de milhares de portugueses, já está implantado na sociedade, já tem mais de 75 núcleos espalhados pelo país e pelo mundo. As bases são a força mobilizadora dos partidos e o CHEGA já tem uma base forte, empreendedora e que defende as ideias de igualdade, meritocracia, justiça e defesa de todos os portugueses e de todos aqueles que com o seu trabalho honesto e a sua conduta correcta, contribuem para o desenvolvimento do nosso país, sejam oriundos da Europa, de África, da Ásia ou da América.

Nuno Afonso