“O país celebra a liberdade quando tem cancros que minam a democracia”

O líder do partido Chega não deixou passar o 45.º aniversário da Revolução dos Cravos em branco.

No dia em que se comemora mais um aniversário da Revolução de 25 de Abril de 1974, André Ventura lamenta que volvidos 45 anos o país esteja a braços com “três cancros” que “minam a democracia” que os Capitães de Abril lograram entregar ao povo.

Num vídeo publicado na sua página de Facebook, o jurista de profissão refere que a “mensagem que vos que queríamos passar é exatamente a de que no momento em que o país celebra a revolução da liberdade, são conhecidos três factos que nos perturbam terrivelmente”.

Estes factos, a que mais à frente no vídeo chamou “cancros”, são a “legalização das viagens dos deputados”, os “anunciados telemóveis nas prisões” e ainda o facto de se “conhecerem novos escândalos de familiares no Governo”.

“Como é que se pode celebrar a liberdade com tudo isto?”, questiona o ex-social-democrata que descreve o país de hoje como um “país de impunidade, de nepotismo e de bandalheira total”.

Para André Ventura “ninguém deveria conseguir celebrar a liberdade enquanto o país mantivesse estes três cancros terríveis que continuam a minar a nossa democracia”.

E quanto à revolução, sublinha, “devia ser dar dignidade aos portugueses e não as fantochadas a que temos assistidos todos os anos por esta data”.

De que vale celebrar liberdade com estes níveis de corrupção e impunidade?

Publicado por André Ventura em Quinta-feira, 25 de abril de 2019

in Notícias ao Minuto