Um alerta necessário, para o que se avizinha…

Ainda antes de nos conhecerem, ao que vimos e o que propomos, quem chegar a ler estas linhas e páginas que se seguem, é certo e seguro que já se apercebeu que os polícias do “politicamente correcto” já cuidaram de nos catalogar e acantonar nos lugares-comuns que tanto estão em voga e com que se carimbam e etiquetam todos os que ousam ser e continuar Livres para pensar “fora da caixa”!

O CHEGA não nega ao que vem, nem esconde os grandes objetivos do seu Programa Político: acabar com a injustiça e a impunidade que se vive em Portugal em relação a crimes graves que provocam forte alarme social, acabar com a subsidiodependência e o abuso, tal como com a Corrupção, que caracterizam a relação de interesses que vários grupos têm com o Estado, e acabar com o injusto e desproporcional sistema fiscal que vai asfixiando, progressivamente, os empresários e os trabalhadores em Portugal.

Queremos fundar a IV República

Uma IV República democrática, forte e justa, na sua essência e nos seus pilares fundacionais.

No seu habitual populismo e proverbial proselitismo, salpicado pela demagogia e hipocrisia com que pautam as suas condutas, já começaram a surgir – e vão prosseguir e aumentar o volume, à medida que as pessoas vão acolhendo e valorizando as nossas ideias, propostas e acções – os “papões” e os anátemas da moda: “Fascistas”, “Xenófobos”, “Racistas”, “Homofóbicos”, “Misóginos”, “Populistas” e, entre outros, o clássico “Extrema-direita” … os estigmas que a já estafada propaganda e folclore mediático usam para censurar posições com que Livres-pensadores se afirmam para serem escrutinados pelo livre discernimento, pela inteligência, pela sensibilidade e escolha, soberanas, dos Eleitores–Contribuintes (os que aqueles apelidam de “retrógrados”, “velhos” ou “jovens”, “incultos”, “deploráveis” e de “extrema-direita”, entre outros insultos a quem, consoante a sua conveniência oportunista, não segue a sua “cartilha”…), que, em eleições democráticas e livres, DECIDEM!

Lançando mão dos seus sequazes, os opinadores e os comentadores habituais do regime, vão pulular e perorar, horas a fio, com os seus discursos de ódio, proselitismo e diletantismo, as costumeiras “Fake News”, com recurso à censura institucionalizada, às chantagens silenciadoras, à pressão sobre os media, o insulto soez e provocatório, a arrogância de quem não tolera o contraditório, a quem tem a coragem de denunciar os “podres” e questionar os seus dogmas, paradigmas e meios para se perpetuarem no Poder!

Mas, antecipando a “lenga-lenga”, vamos clarificar e responder, em antecipação, a tais ataques que, em “cassete”, já gasta, nos terão como alvo:

  1. “Populismo” é… fazer promessas eleitorais e nunca (ter, sequer, intenção de) as cumprir! É agradar (no meio de selfies e declarações inócuas, numa ânsia de ocupar espaço mediático e de uma procura incessante por microfones) a “gregos e a troianos”, sem se preocupar com os problemas reais dos Portugueses! É prometer uma coisa hoje e outra, oposta, amanhã, só para cobrir todos os espectros dos visados por uma medida! É, sem preocupação pela gravidade das suas consequências e com completa indiferença pelos efeitos que se repercutem sobre o Estado, a sua credibilidade e a confiança das pessoas (e vítimas) nas instituições que governam o País, ensaiar desvalorizar casos dramáticos como os que, no passado mais recente, colocaram em causa o próprio Estado de Direito Democrático (desde os Incêndios que mataram pessoas concretas no ano de 2017, ao trágico-cómico “folhetim Tancos”, entre tantos outros a que vamos quotidianamente assistindo).

O CHEGA pautará as suas posições políticas, e a sua conduta, por Valores e Princípios de integral Respeito pelos Contribuintes-eleitores, com Autenticidade, Coerência, Firmeza e Frontalidade, sujeitando-se ao seu escrutínio, para ter a Honra de merecer a sua CONFIANÇA!

“Racismo” é… um preconceito hediondo e uma conduta inqualificável, porquanto não existem diferenças biológicas entre os povos, nem grupos de pessoas que, independentemente da sua morfologia, ou cor de pele, devam ser classificadas como inerentemente superiores ou inferiores com base em características, ou qualidades, comuns, herdadas geneticamente.

O CHEGA combaterá todas as formas e manifestações de Racismo, seja em que circunstâncias for ou sobre quem sejam praticados actos que revelem qualquer tipo de discriminação (sejam sob a forma de qualquer tipo de “suprematismo”, seja de antissemitismo, seja de discursos de ódio, ou apologia de novos genocídios, seja do Povo Judeu, seja do Povo Yazidi, seja de Cristãos, Coptas e outros Povos que sofrem às mãos das Teocracias no Médio e Extremo-Oriente), seja todas as formas de propaganda, populista, demagógica e hipócrita, com que se pretendam atingir a Liberdade de Expressão e de Pensamento, sem dogmas “politicamente correctos”.

O CHEGA não vai politicamente tolerar nem compactuará com qualquer tipo de práticas e de preconceitos de natureza discriminatória racial, combatendo todo o tipo de apoio e financiamento públicos a grupos que as promovam ou as instituições que as/os subsidiem de qualquer forma.

  1. “Xenofobia” é… um conceito que é usado sem sentido e/ou descontextualizado, assente no medo (fobia) do desconhecido, ou do que é “estranho” (estrangeiro). Não se pode ter “medo”, “fobia”, do que se conhece e, em causa, no que, por exemplo, concerne aos chamados “refugiados” (é já consabido (e não estranho) que uma percentagem significativa não o são!), mas outrossim Imigrantes Ilegais. O que o CHEGA pretende é que a Europa e, em particular, Portugal (que tem servido com plataforma giratória de imigração ilegal) tenha consciência dos perigos que enfrenta e seja capaz de conciliar o seu humanismo com medidas reais de protecção dos seus cidadãos e da sua economia, ignorando o discurso, esse sim populista demagógico e hipócrita, de que deveremos ter as fronteiras abertas sem qualquer limite ou restrição.
  2. O mesmo em relação à “Islamofobia”, ou à “Ciganofobia”. Não se trata de “medo” ou “ódio” em relação a muçulmanos (ou a árabes, que tanto poderão ser muçulmanos, como cristãos, ortodoxos, maronitas, alauitas ou mandeístas, ismaelitas, drusos, ou judeus), ou ciganos, porquanto em causa está um combate, por um lado, a ideologias e expressões de poder que representam uma ameaça à Paz no mundo e aos Direitos Humanos e, por outro, a práticas abusivas, e a uma intolerável, ou imerecida, dependência de recursos públicos, à revelia da Lei.

Não está, nunca esteve, nem estará, em causa a ideologia, a religião ou a etnia. Apenas e só, o Respeito pelos Princípios de um Estado de Direito e a Lei.

O CHEGA estará, sempre do lado dos que lutam pela Justiça, pela Democracia e pela Segurança, contra todos aqueles que querem destruir o nosso modo de vida, a integridade do Estado e dos recursos públicos suportados por todos nós.

  1. “Homofobia” e “Misoginia” é… a hipocrisia de se afirmar pela “defesa dos Direitos das Mulheres” (e dos que se afirmam “LGBTTQ…P…”, entre outras “iniciais” de “género” duvidoso e infindo que se forem acrescentando…), e aceitar que crimes hediondos, como os de Violação, de Pedofilia e de Violência Doméstica, sejam cometidos por criminosos que beneficiam de penas suspensas na sua execução (com molduras penais que não cumprem os fins de Prevenção Geral e específica), com uma impunidade chocante e sem qualquer garantia dos Direitos das Vítimas. Hipocrisia mais gritante quanto o silêncio a que votam as violações e barbaridades cometidas por várias comunidades (mormente, a maometana e cigana – que, ademais, não são “raças”!) sobre os Direitos das Mulheres (entendidas como “coisas”, sujeitas a uma quase total ausência de Liberdade) e das Crianças (sujeitando-as a “casamentos” forçados com homens maiores, a práticas de pedofilia e mutilação / excisão genital, proibindo-as de beneficiar da escolaridade mínima obrigatória…), entre outras práticas assistencialistas e de promoção da subsidiodependência, de que beneficiam, ao arrepio das mais elementares normas, regras e Leis próprias de um Estado de Direito Democrático, invariavelmente – embora, naturalmente, com honrosas excepções! – sem as respeitar e sem evidenciar qualquer vontade de integração na Sociedade!

O CHEGA é, e será, um Partido que privilegiará, em todos os domínios possíveis (mormente cível e penal, mas também no acesso ao Ensino, à Saúde e à Justiça), estes Direitos das Mulheres e das Crianças, sem, naturalmente, questionar, e respeitando, sem as institucionalizar ou promover, as “orientações sexuais” que cada um, livremente e na sua esfera privada, entender assumir!

  1. “Fascismo” e “Extrema-direita” – o “saco” que poucos querem abrir, mas em que querem meter todos os que não são partilham os seus dogmas e paradigmas… Num momento em que os “polícias das palavras” voltam a “sacar do baú” que “o Fascismo (na versão literal ou de “Extrema-direita”) está de volta”, torna-se cada vez mais claro que mais não é do que um libelo, anátema e “papão” com que visam “carimbar” todos os que, não o sendo e o combatendo, para, sem argumentos, ou qualquer sentido, os ostracizar: Nacionalistas Liberais, Conservadores (já passou de moda, por ora, o anátema de se ser “ultraneoliberal”…), e afinal, por arrasto, todos os Livres-pensadores que se opõem e combatem todas as formas de Totalitarismo.

Fascismo” é, nos dias que correm, uma das “caixas” preferidas de uma estratégia de propaganda, “politicamente correcta”, que capturou partidos, dirigentes e comentadores, eivados de preconceitos e dogmas (frequentemente com recurso a Fake News), sempre acompanhadas por outros adjectivos, anátemas, etiquetas e clichés, que repetem à saciedade e em catadupa, com que pretendem influenciar, sempre num mesmo sentido (esse sim, claramente populista, demagógico, politiqueiro e hipócrita), numa ladainha sem qualquer respeito pela inteligência e capacidade de discernimento dos seus destinatários.

Sendo um “fascista” um qualquer títere que “se recusa a aceitar o Estado de Direito”, então, estaríamos perante déspotas, que se afirmam “socialistas” (Chávez e o seu sucessor Maduro, Kim Jong-un, a nomenklatura que ainda governa Cuba, entre outras…), “Capitalistas de Estado” (como Putin), “Novos Califas” (como Erdoğan), ou Teocratas (como os “Ayathollas” que reinam no Irão ou os Wahabbitas que reinam na Arábia Saudita). Serão “Fascistas” (ou Nazis, ou Nazijihadistas”)? São! Mas, de um ponto de vista histórico, importa não esquecer que o Fascismo foi uma corrente política com cerca de 100 anos, que nasce de uma derivação do Socialismo (o Nacional-socialismo, ou Nazismo), que se caracterizava por traços bem distintivos: na ideologia, na forma como tomaram o Poder, mormente na Alemanha e em Itália, com base em “partidos de massas” que protagonizavam o assalto ao Estado através de acções intimidatórias e violentas organizadas, com uma brutalidade à margem da Lei e com um visceral ódio aos Judeus. Neste domínio, de facto, os fascistas dos anos 20 não eram muito diferentes dos comunistas que dominaram o Pacto de Varsóvia ao longo de quase todo o Século XX e que, nos dias que correm, alimentam esse mesmo ódio ao Povo Judeu e a Israel.

Os diletantes e proselitistas “Polícias do Pensamento”, ao invocarem a sua “superioridade moral” para impor os seus dogmas e paradigmas, acabem por, antes, promover o próprio Fascismo e as hodiernas formas de Totalitarismo, de intolerância e discursos de ódio, a que, infelizmente, vamos assistindo!

O CHEGA rejeita e combate todos os tipos de Totalitarismo, seja o Fascismo, o Nacional-socialismo, o Socialismo, o Comunismo, e as Teocracias, de filiação ideológica e políticas fundadas no Islão – Ditaduras que, tomando o Estado como instrumento de Poder e de Repressão sobre as pessoas, o Livre Pensamento e de Expressão, promovem o “Big Brother” e “elites” que tão bem George Orwell retratou nas suas obras “1984” e “O Triunfo dos Porcos”.

Mas, como sabiamente diz o Povo, “enquanto os cães ladram, a caravana passa”, assumimos QUEM SOMOS, O QUE SOMOS E AO QUE VIMOS!

COM AUTENTICIDADE!

COM COERÊNCIA!

COM CONFIANÇA!

COM FIRMEZA!

E… SEM MEDO!

PARA QUE DEIXEM AS PESSOAS PENSAR PELA SUA CABEÇA E DECIDIR, COM TEMPO E EM TEMPO, PELA SUA VONTADE, EM LIBERDADE E EM DEMOCRACIA! Porque “as mentes são como os para-quedas, só funcionam se bem abertas”!