O TERRORISMO NA EUROPA TEM CULPADOS

Apesar de em Portugal este problema do terrorismo não ser ainda evidente, basta estarmos atentos para perceber o que se passa na Europa e a minha consciência não me permitia nada dizer sobre isto. Escrevia Edmund Burke que para o mal triunfar basta que os homens bons nada façam, e acreditem, algo tem de ser feito, pela nossa segurança e das nossas famílias.
Na Alemanha, um estudo em 2017 apontava para crimes cometidos por 174 mil imigrantes de países fora da EU, os imigrantes solicitadores de asilo foram responsáveis por 35% dos furtos nas ruas, 11% dos assaltos a residências e 15% de crimes de danos corporais, isto num grupo que não chega a 1,5% da população do país. Desde que a Alemanha abriu as portas a mais de 1 milhão de refugiados, os homicídios aumentaram 14%, ataques sexuais 13% e ofensas corporais graves, 10%.
Em Londres um jovem soldado regressado a casa foi decapitado de forma selvagem por dois muçulmanos que, ao serem filmados, juraram, de mãos ensanguentadas, “olho por olho, dente por dente”.
Em França, em 2015, 12 pessoas foram mortas por 2 irmãos muçulmanos, um amigo de ambos matou mais 5, tudo isto devido a uma caricatura da revista Charlie Hebdo. Também em 2015, a 13 de novembro, uma série de ataques cometidos por jihadistas mataram mais de 130 pessoas e feriram mais de 350.
Esta semana, um professor, que numa aula sobre liberdade de expressão tinha mostrado as caricaturas de 2015, foi barbaramente decapitado em plena rua, em Paris, num crime já definido como atentado terrorista. O assassino tinha obtido estatuto de refugiado há meses.
Sob a máscara do politicamente correcto, os políticos de esquerda, por toda a Europa, hoje choram este crime selvagem, decretam lutos hipócritas e fazem discursos consternados, mas na verdade são eles quem negligencia o seu próprio povo, aqueles que neles votam e entregam a sua confiança, as suas vidas.
São estes políticos que obrigam as autoridades a não divulgar crimes cometidos por refugiados (como provado na Alemanha), que assinam pactos que são verdadeiros atentados terroristas contra a Europa ou aprovam Leis de Nacionalidade sem qualquer critério ou racionalidade.
Estes são os responsáveis morais pelas mortes a que assistimos. Não podem permitir a entrada indiscriminada e descontrolada na Europa a todos, sem qualquer tipo de gestão, e depois lamentarem-se como se tudo fosse obra do acaso. Este cinismo e esta hipocrisia têm de ser desmascarados, estes políticos que ostensivamente colocam as nossas famílias em perigo, por não fazerem qualquer tipo de controlo a quem entra e por promoverem a imigração ilegal, têm que se sentir culpados destas mortes indiscriminadas.

NUNO AFONSO, VICE-PRESIDENTE PARTIDO CHEGA