Obscurantismo e ignorância acachapantes de Ana Gomes, Marisa Matias, Marcelo e «tutti quanti»

Eleições Presidenciais de 2021

O Meu Diário de Voto em André Ventura por Gabriel Mithá Ribeiro

Leia diariamente nesta página textos, excertos ou frases destinados a resgatar os portugueses da alienação mental imposta pelas elites jornalísticas, académicas, intelectuais, políticas ou artísticas de um regime falido. Contra ele, André Ventura e o CHEGA fazem germinar uma força moral e cívica imparável que fará nascer a IV República Portuguesa. 

Na idade média dominava o dogma do geocentrismo. Copérnico e Galileu vieram impor a custo o que, para eles, era a hipótese verificável: o heliocentrismo. Era a pequena terra que girava em torno do gigante sol, não o contrário. 

Séculos passados impôs-se um novo dogma, o minoria-centrismo. Assegura o dito que as maiorias brancas e heterossexuais do Ocidente, de matriz civilizacional judaico-cristã e greco-romana, atingirão a perfeição funcional quando girarem harmoniosamente em torno das minorias sociais, alienígenas e não só (ciganos, africanos, asiáticos, sul-americanos, islâmicos), dos seus valores, identidades, egoísmos, crenças, hábitos, atitudes, vícios, comportamentos, interesses, gostos, limitações, abusos. 

Contra a sábia academia, o quotidiano vivido pelas maiorias indígenas europeias faz crescer a certeza de nenhum sistema sobreviver dessa maneira, do sistema astronómico ao sistema social. Pelo contrário, têm de ser os menores a girarem em torno do maior, o maior a regular os menores, sob pena do sentido da vida se esfrangalhar. Essa é a regra da integração e da funcionalidade dos sistemas. O contrário conduz necessariamente à desintegração, à anomia, à perda de lógicas agregadoras, ao regresso ao caos. 

Só cabeças obscurantistas no seu medievalismo – como as de Ana Gomes, Marisa Matias, Marcelo Rebelo de Sousa e tutti quanti – revelam dificuldades em entender um princípio tão óbvio. Cabeças desse tipo podem exibir mil e um conhecimentos, mas porque o princípio dos seus raciocínios está errado, as consequências da sua ignorância prolixa são ainda mais profundas e nefastas. 

Próximos do desespero face a quem os tem governado, portugueses e europeus comuns vão reassumindo a sua fé no maioria-centrismo contra o minoria-centrismo. Nada mais prudente, avisado, democrático, justificável, inteligente. Basta terem saído à rua numa das capitais da Europa Ocidental nas décadas recentes para terem colhido evidências empíricas irrefutáveis. Isso se admitirmos, como Copérnico e Galileu, que a ciência e o conhecimento, do qualificado ao de senso comum, têm de se sustentar em evidências empíricas verificáveis contra meras crenças, dogmas, ideologias, determinações de comités centrais. 

Talvez suportados em visões colhidas nos supertelescópios esconsos dos seus observatórios subsidiados, os doutos cientistas sociais e compadres esquerdistas-progressistas amofinam-se com os compatriotas europeus brancos, heterossexuais, de matriz civilizacional judaico-cristã e greco-romana: Egoístas! Eurocêntricos! Ignorantes! Xenófobos! Racistas! Islamofóbicos! Homofóbicos! Fascistas! Populistas! Extrema-direita! 

Debaixo do sol não há nada novo. A atual dona da verdade, a academia progressista ocidental, volta a recusar Copérnico e Galileu. O tribunal do santo ofício esquerdista-progressista, a imprensa, mais o seguro de vida do regime, a classe política, encarregam-se do resto. 

Para humilhação de milhões de portugueses e de milhões e milhões de europeus, nem os mais iletrados dos africanos de África, dos asiáticos da Ásia ou dos islâmicos do Mundo Árabe acreditam hoje na intrujice do minoria-centrismo nas suas sociedades e, inteligentes, adoram-no nas sociedades dos outros, nas sociedades dos europeus. 

Caro concidadão, votar no único Candidato e no único Partido que, em Portugal, comprovam saber que é a pequena terra que gira em torno do gigante sol será livrar o país da atual casta elitista terceiro-republicana (pior que terceiro-mundista) cujo obscurantismo e ignorância são acachapantes. 

Gabriel Mithá Ribeiro 

Gabriel Mithá Ribeiro