PORTAS ESCANCARADAS…

Cláudia Pereira, socialista, socióloga e secretária de Estado para as Imigrações, anunciou que Portugal vai começar a distribuir “Vistos de procura de trabalho” a todos aqueles, de qualquer parte do mundo, que queiram vir para cá.

Basta ir a um consulado português ou embaixada, dizer “quero ir para Portugal e quando chegar lá vou procurar emprego”, e pronto, o desejo é concedido, o tapete vermelho é estendido com pompa e circunstância.

Mas há mais: Cláudia Pereira anunciou também que todos os refugiados ou imigrantes que venham para Portugal vão ter casa: “ninguém vai ficar na rua” clama orgulhosa. Existe dinheiro, e muito, diz a senhora secretária de Estado, desde bolsas de alojamento próprias, até à celebre “bazuca”. E diz que tem mais de 1000 milhões para o apoio à habitação, para incluir “portugueses ciganos”, “imigrantes” e “refugiados”.

Pergunto, e os portugueses que se viram em enormes dificuldades nesta pandemia, a classe média a desaparecer, a pobreza a aumentar entre famílias com empregos devido à asfixia fiscal que vivemos?

Resumindo:

– vão ser os portugueses a pagar (e bem!) para que o fluxo imigratório e de refugiados para Portugal continue a um ritmo acelerado nos próximos anos.

– num país de onde saíram, de 2011 a 2019, quase um milhão de portugueses, e centenas de milhar de forma permanente, a prioridade do governo socialista, é fazer entrar outros milhões para os substituir, nos empregos, nas vilas, nas cidades, onde quer que seja.

– num contexto onde já há cada vez mais sinais de saturação das migrações em Portugal – com cada vez mais criminalidade associada a gangues e mafias estrangeiras – o governo decide ignorar esta realidade (mandou até calar as policias para não se falar do problema) e decide pôr o pé no acelerador, transformando cada vez mais Portugal na porta principal de entrada de todos aqueles, de qualquer canto do mundo, com ou sem qualificações, com ou sem cadastro, que queiram vir viver para a Europa.

Esta política imigratória não é sustentável. Ela já está a dar maus resultados, seja em Portugal ou principalmente em França, Itália, Alemanha, Inglaterra ou Suécia. A situação só vai piorar. E no futuro vão ser as gerações dos nossos filhos que vão sofrer as consequências dramáticas do que aí vem … e garanto-vos, elas virão se nada fizermos enquanto ainda formos a tempo.

Por Portugal, pelos portugueses, nós somos o único travão à queda do país no pesadelo da imigração de massa. Abram os olhos!

Nuno Afonso