Portugal à Direita

Publicado a 08-11-2021

Marcelo Rebelo de Sousa, à semelhança de todos os Presidentes da República até hoje, fez uso da politicamente chamada “bomba atómica”.

         Se durante o primeiro mandato foi conivente com diversas situações desastrosas protagonizadas pela Geringonça da extrema-esquerda, durante o segundo, e por ora último, mandato, Marcelo colocou as garras de fora e está a mostrar-se igual a si próprio. Afinal, a memória não é curta e todos sabemos como age Marcelo.

         Sob a capa da estabilidade, Marcelo conseguiu pressionar a Geringonça crendo que ela cedia, mas a extrema-esquerda, que tem dormido com o Partido Socialista nos últimos seis anos, achou que a negociação era de elástico e quando não esperava o elástico partiu-se, fazendo todos os parceiros caírem desamparados no vazio que todos eles ajudaram a criar. Talvez aí António Costa tenha sentido na pele o que fez a António José Seguro, quando lhe retirou o tapete, afinal, já reza o adágio popular, “cá se fazem, cá se pagam!”

         O início da hecatombe de um Partido Socialista ocorreu na madrugada do pretérito dia 27 de Setembro. Não foi só Moedas quem ganhou, foi, sobretudo, Medina, discípulo de Costa, de quem herdara a Câmara Municipal de Lisboa, quem perdeu. Porém, o centro direita encontra-se em reestruturação, sem poder garantir estabilidade e um caminho seguro ao País. E é aí que entra o CHEGA!.

         Um partido com dois anos e meio de idade, com uma adesão popular nunca antes vista em Portugal, tem a oportunidade de ajudar a salvar Portugal, porque o nosso País está a mudar e só não vê quem não quer.

         Votar no CHEGA! é o único voto possível à Direita. O PSD passou os últimos anos de mãos dadas com o Partido Socialista e o CDS se não desaparecer também não poderemos esquecer quem fez a primeira coligação pós 25 de Abril com o Partido Socialista: o CDS.

         O CHEGA veio reequilibrar a Direita Portuguesa. Nas últimas décadas de governação não esqueçamos que a sua grande maioria foram lideradas pela esquerda, de mãos dadas com a extrema-esquerda, e a Direita quando surge ao postigo é sempre envergonhada, com o trauma de ser apelidada de fascista. Em Portugal, até o CHEGA! existir a Direita sofria de um problema de afirmação.

         Pegando no exemplo sucedido nos Açores, foi preciso o CHEGA! ter voz e representatividade para pôr um ponto final ao socialismo. E é para colocar um ponto final nestes Executivos de esquerda que nos têm desgovernado que a única escolha viável para o país é o voto no CHEGA!.

         Da Justiça à Segurança, da Saúde à Acção Social, da Educação à Economia o CHEGA!” pugna por ajustes legislativos, pelo combate à fiscalidade voraz, pela competitividade económica, pelo reforço da segurança, do orgulho nacional, da lusofonia, pelo humanismo.

         O CHEGA! tem esse capital humano e no próximo dia 30 de Janeiro de 2022 irá demonstrá-lo, de forma firme e inequívoca, a Portugal.

Fernanda Marques Lopes