PSP: por morrer uma andorinha…

Recentemente, foram detidos no Algarve dois elementos da PSP sob a suspeita de tráfico de droga (no caso, cocaína). Um facto que reforça a confiança na idoneidade e honestidade da PSP.

“Frutos podres” há em toda a parte e quem o negar é hipócrita. Quando acontece há, porém, duas formas distintas de lidar com o problema: escondendo e negando-o ou assumindo e extirpando-o.

O primeiro caso (esconder e negar) tem infelizmente vários exemplos nos nossos dias, inclusivamente na classe política que imoralmente reage demasiadas vezes corporativamente – como se corporação se tratasse…. de amigalhaços.

Não é o que tem acontecido na PSP (e de uma forma geral nas Forças de Segurança, diga-se em abono da verdade).

Num corpo com cerca de 21.000 efectivos, quando episodicamente surge uma “maçã podre” – a maior parte das vezes em resultado de investigações da própria PSP – prontamente o mal é atacado e os infratores entregues aos meios competentes para a aplicação da Justiça.

Que a PSP sirva de exemplo a muitos sectores da sociedade portuguesa que bem precisam de exemplos de idoneidade e honestidade.

Não é por morrer uma andorinha…

José Augusto Dias, Vice-Presidente do Chega para a Justiça e a Segurança