Um dos pontos do programa do Chega alerta para a necessidade de um apertado controle dos movimentos migratórios que, a partir de África e do Próximo e Médio Oriente se dirigem para a Europa. Uma invasão em câmara lenta. Outro ponto do mesmo programa aponta para a necessidade de fazer frente à emigração ilegal que começa a também ter por objectivo o nosso país.


Os idiotas úteis de sempre e a Esquerda festiva vieram de imediato, com a sobranceria que lhes é peculiar, dizer que o Chega se limitava a agir, neste campo, animado por meros reflexos “xenófobos” pois que a emigração ilegal no nosso país era meramente residual.


Quero lembrar a essas almas piedosas que as pessoas inteligentes aprendem à custa dos outros e que apenas os burros aprendem à própria custa.
Se em países, como no Reino Unido, onde a máquina judicial e de Segurança funciona bem melhor do que a nossa se passam casos escabrosos como a de ontem na London Bridge, imagine-se o que será quando essa gente descobrir o paraíso para assassinos que isto aqui é.


Usualmente os partidos importam do estrangeiro os erros crassos, ignorando sempre os alertas e as más experiências.


Para o Chega, é bem-vindo quem vier por bem; bem vindos os que querem trabalhar e não viver à custa dos contribuintes, como serão bem vindos os que, sendo necessários, querem vir para se integrarem no nossos ordenamento jurídico, na nossa maneira de ser e no nosso modo de vida.
Bem vindos os crentes de todas as religiões, desde que aceitem a maioritariamente nossa e em que a religião de que se reclamam não entre em conflito com as nossas tradições e as nossas leis.


Bem vindos os de todas as raças desde que respeitem a nossa raça.


Bem vindos os de todas as cores, desde que respeitem a nossa cor
Bem vindos os que se reclamam de qualquer orientação sexual, desde que não queiram impor ruidosamente aquela que é a sua.
Bem vindos os estrangeiros, qualquer que seja o seu país de origem, desde que respeitem as nossas leis e as nossas tradições.


Respeitamos todos os credos, raças, nacionalidades e cores, desde que esse respeito seja mútuo. Quem nos não quer respeitar está no seu direito, mas não de o fazer no nosso país e à sombra da nossa hospitalidade. Ninguém os obriga a ficar. O mundo é vasto.
Não queremos – mas não queremos de todo – ver o país transformado num mosaico de raças, cores e credos em permanente conflito.
Não queremos os qualquer-coisa-Khan que um dia perto do nosso Natal puxam de uma faca e desatam a assassinar pacíficos transeuntes.
Repito: inteligentes são aqueles que aprendem com a experiência dos outros, idotas chapados aqueles que só conseguem aprender à própria custa.

Diogo Pacheco de Amorim