Angela Barreto, foi em 2014 para a Síria para casar com um Terrorista, era uma das suas 3 mulheres. 

O seu marido, antes Fábio, nascido em Angola, depois Abdu Rahman Al Andalus, foi morto em combate a defender o DAESH, dizia abertamente estar pronto para matar qualquer um que “atacasse” o Islão e defendia as alegadas palavras de Maomé; “Eu sou o profeta da misericórdia e sou o profeta da guerra!” acreditava que o “Islão é religião de paz mas apenas depois de as pessoas viverem sob os mandamentos de Alá. Antes não, porque os descrentes são pessoas que oprimem, roubam, mentem, enganam, cometem adultério, matam, destroem, jogam, bebem, fumam e publicam imoralidades como pornografia e homossexualidade.”

Diz-se que, secretamente, o governo português se prepara para ir buscar esta e outras terroristas à Síria e trazê-las para Portugal. 

Angela é filha de pais portugueses, mas nasceu na Holanda onde viveu toda a vida, até se juntar ao DAESH, nem fala português. A Holanda, país onde nasceu, tal como outros países, recusou ir buscar estas terroristas e alguns até lhes retiraram a cidadania, mas o que quer fazer o Governo do Costa, da Catarina e do Jerónimo? Quer ir buscar terroristas para viverem livremente no meio de nós e dos nossos filhos, dar-lhes uns subsídios, possivelmente umas casas, como se fossem inocentes a fugir de uma guerra! 
Costumo dar este exemplo em discussões sobre este tema com quem defende esta suposta decisão do Sr. Costa, alegando que não são todos maus:
– tenho aqui um pacote de M&M’s, são 100, todos coloridos, de chocolate, leva para casa e oferece aos teus filhos. São óptimos, apenas 2 estão envenenados… 
– quem arriscava dar aos filhos? As hipóteses iniciais deles morrerem são de apenas 2%!

Não estamos a falar de inocentes ou de pessoas que não sabemos quem ou o que são. Estamos a falar de terroristas, fanáticos religiosos que defendem a morte de quem não professa a mesma religião. São estas pessoas que queremos no meio dos nossos filhos? 
Desculpem mas a segurança da minha filha está acima de qualquer coisa e não admito que ninguém a ponha em causa, nem que utilizem o dinheiro dos meus impostos para apoiar terroristas que nem os seus países de nascimento apoiam. 

Isto é apenas uma questão de bom senso e respeito pelo “seu” povo Sr. Costa, acredito que poucos portugueses aceitem que coloque em risco a vida dos seus filhos.

Nuno Afonso