A Distrital de Coimbra do Partido CHEGA, manifesta a sua profunda preocupação face à escalada sucessiva dos preços dos combustíveis, que está a colocar em risco a sustentabilidade financeira das famílias portuguesas.
Em pleno 2026, com os preços dos combustíveis a dispararem devido às tensões no Médio Oriente, as famílias portuguesas são esmagadas por uma carga fiscal insustentável. O gasóleo e a gasolina não param de subir e o Estado, em vez de aliviar, continua a cobrar IVA sobre o aumento, engordando os cofres públicos à custa do sofrimento de quem trabalha. O Partido CHEGA diz: chega de abuso! Exigimos a descida imediata dos impostos sobre os combustíveis.
Enquanto o Governo português faz reduções mínimas e temporárias no ISP (apenas 1,4 cêntimos no gasóleo), em Espanha o executivo anuncia a redução do IVA dos combustíveis de 21% para 10%. Uma medida corajosa que devolve poder de compra aos cidadãos e às empresas. Porque é que Portugal, com salários médios muito mais baixos, não faz o mesmo? A resposta é simples: a prioridade do Estado, não é o povo.
As famílias portuguesas vivem com ordenados miseráveis, incapazes de aguentar mais este “imposto sobre o imposto”. Cada cêntimo a mais no litro de combustível é um roubo direto ao orçamento familiar: menos comida na mesa, menos aquecimento no inverno, menos mobilidade para trabalhar. As petrolíferas enchem os bolsos em cada crise, o Estado recolhe o IVA extra e o contribuinte paga a fatura. Isto não é gestão, é açambarcamento fiscal.
O Partido CHEGA, pela voz do Dr. André Ventura, já exigiu o regresso do desconto extraordinário no ISP (como em 2022) e a devolução integral da receita adicional de IVA aos particulares e às empresas. Propôs-se também IVA zero nos bens essenciais. Não toleramos mais aumentos encapotados nem inação. Os portugueses não podem ser penalizados por crises que não criaram.
É tempo de escolher: ou o Governo baixa os impostos já, ou assume que prefere engordar o Estado a proteger as famílias. O Partido CHEGA está do lado certo: menos impostos, mais Portugal. As famílias não aguentam mais este abuso. Baixem os impostos sobre os combustíveis. Agora!
Coimbra, 20 de março de 2026
Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra
E Deputado na Assembleia da República)