O Partido CHEGA reage ao relatório da UTAO que revela o dramático colapso dos resultados das empresas públicas. Em 2025, os lucros líquidos das 126 empresas do Estado caíram 98%, passando de 480 milhões para apenas 11 milhões de euros. Apesar do aumento da receita em 2,5%, os gastos cresceram quase ao dobro (5,2%), demonstrando uma total perda de controlo sobre as contas.
Esta degradação é especialmente grave nas Empresas Públicas Não Financeiras (como TAP, Infraestruturas de Portugal e Metropolitano de Lisboa) e nas unidades hospitalares, onde os custos dispararam muito acima das receitas, gerando prejuízos que acabam por ser suportados pelo contribuinte.
Para o Partido CHEGA, estes números confirmam o que o partido há muito denuncia: o Estado é um mau empresário. O modelo atual de gigantismo estatal, clientelismo e má gestão é insustentável, drena recursos dos portugueses e compromete a competitividade do país.
“É inaceitável que os portugueses trabalhem cada vez mais e paguem mais impostos para sustentar uma máquina pública ineficiente e perdulária. Chega de desculpas. É urgente reduzir o perímetro do Estado, privatizar o que não é essencial e impor gestão profissional e responsável”, afirma o partido.
O Partido CHEGA exige transparência total e uma mudança estrutural profunda no Setor Empresarial do Estado. Portugal não pode continuar a perder centenas de milhões todos os anos com ineficiências que penalizam quem mais trabalha e contribui.
Coimbra, 02 de maio de 2026
Paulo Seco
(Deputado da Assembleia da República)