CHEGA / Publicação atual

Uma ode aos traidores

A história mundial está repleta de traições e quase todas elas vindas daqueles que se diziam os mais fiéis – basta pensar em Judas Iscariotes, cuja traição é das mais famosas da História da Humanidade.

Se por um lado é estranho que o Homem esteja, desde o início dos tempos, a cometer os mesmos erros, por outro lado não me causa estranheza a ambição desmedida e a falta de carácter e de coluna vertebral dos traidores.

Quantas vezes vimos – na verdade lemos nos livros de História – líderes a caírem e a perderem o seu lugar de liderança ou porque foram assassinados ou porque foram levados a tomar determinadas decisões que culminaram na sua desgraça?

A História assistiu a estas consecutivas traições vezes sem conta e, gostaria de estar errada, mas continuará a assistir.

E continuará a assistir porque continuará a haver pessoas boas que acreditam que aqueles que, por um motivo ou outro, se perdem podem ainda assim ser recuperados, tornando-se boas pessoas.

Eu não me incluo no lote das pessoas boas que acredita na recuperação dos traidores. Na política todo o traidor tem perfeita noção de que o é e sabe exatamente o que isso implica.

Agora que escrevo surge-me a dúvida: o que é que desprezo mais? Os que traem e assumem essa postura ou os que traem e continuam a fingir serem as melhores pessoas do mundo?

Claramente as pessoas que se englobam no segundo caso são, para mim, as mais desprezíveis. Não tenhamos medo de assumir o que somos, nem de usar as palavras.

Desprezo totalmente todas as pessoas cínicas, falsas e dissimuladas. Revoltam-me o estômago. Enojam-me os que dizem uma coisa e fazem o seu contrário e, no entanto, continuam a sorrir como se não soubéssemos quem são, o que fizeram e o que se estão a preparar para fazer.

É assim tão difícil assumir posições?

Um traidor que assuma a sua posição pode ganhar a minha inimizade, mas obtém ao menos o meu respeito por ter tido a coragem de se assumir.

Para terminar, e pedindo desculpa por o texto não ser uma composição poética, mas antes um desabafo, parece-me por bem deixar um aviso à navegação: o CHEGA não paga a traidores.

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