CHEGA / Publicação atual

O CAVALEIRO VAI NÚ

Uma pequena cidade no interior do Distrito de Coimbra, com gentes, na sua maioria, gigantes de espírito e de hospitalidade infinitos, gentes trabalhadoras, empreendedoras, inovadoras, corajosas, inteligentes, que perpetuam os valores culturais portugueses, encontram-se atualmente numa encruzilhada de escolhas para garantir a sua sobrevivência e o seu futuro.
Nos tempos que correm, estas gentes estão confrontadas no seu dia a dia com as vicissitudes dos tentáculos de um polvo de meia idade chamado autarquia, cuja cabeça se chama ESTADO. Os tentáculos que alcançam a vida diária destes nobres seres, retiraram-lhes a capacidade de pensar e agir de forma livre e autónoma, estes malvados tentáculos espremem e sufocam todos aqueles que querem ter cuidados de saúde, educação, trabalho, cultura, pensamento livre, empreendedorismo, justiça, cultura e vias de comunicação condignas…
O sucesso da astuta e testada técnica da lenta sufocação consiste em criar uma ilusão de bem-estar enquanto espremem as nossas gentes, com amiguismo, palavras doces, promessas, nepotismo, corrupção, facilitismo e pagamento de favores, entre imensos outros fenómenos ainda pouco compreendidos pela ciência atual.
Todos os estudos históricos, sociais, económicos, políticos, culturais, religiosos, antropológicos, matemáticos, geográficos, químicos, físicos, cosmológicos e mais alguns, apontam para a probabilidade do polvo e os seus tentáculos terem palpado um cavaleiro que ia nu depois do 25 de Abril de 1974.
Aparentemente o cavaleiro com tanta alegria e boa fé, despiu-se da sua armadura durante a revolução que teve lugar nesta data, a dita revolução prometia trazer progresso e bem-estar para todos. Quando o polvo se apercebeu da fragilidade da pele do cavaleiro, colou logo as suas ventosas na pele do cavaleiro após uma menina inocente chamada República, ter gritado na rua em público, “o cavaleiro vai nu!”… O polvo era sábio e manhoso, entendia a língua portuguesa, logo se aproveitou da inocência da menina República, e assim também na sua manha propôs ser padrinho da menina República atribuindo-lhe um novo nome Terceira República.
Os Oliveirenses não são melhores nem piores que os seus conterrâneos portugueses, são apenas um espelho daquilo que aconteceu a todos os portugueses a nível na altura que o polvo e os seus tentáculos iniciaram a procura incessante de cavaleiros que iam nus.
Teremos de forma dolorosa que retirar as ventosas da ilusão da nossa pele e voltar a vestir a nossa armadura, sob pena de perdermos a nossa identidade e dignidade em troca de uma ilusão efémera que nada mais nos oferece senão facilidades e falsas esperanças.
Deus, pátria, família e trabalho poderão fortificar a armadura das nossas gentes.
O Cavaleiro de Oliveira do Hospital já não vai nu e vive em cada um de nós oliveirenses, e em todos os portugueses!
Existe um cavaleiro português chamado André Ventura, este nosso nobre conterrâneo já se livrou dos tentáculos do polvo e vestiu a armadura que o protege. Um bom exemplo a ser seguido por todos os portugueses que querem viver livres dos tentáculos do polvo.

Texto.: Luís Filipe Freire

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