CHEGA / Publicação atual

É uma emergência salvar a Cruz Vermelha

“A Coordenação Nacional de Emergência da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) está em risco de deixar cidade de Coimbra”, segundo alerta Paulo Seco, presidente distrital do partido Chega, face à necessidade actual de deslocalização para um local único onde se possam concentrar todos os meios humanos, técnicos e logísticos.
Os meios actuais da Coordenação Nacional de Emergência em Coimbra estão distribuídos por três pontos da cidade (Av. Fernão de Magalhães, Rua de Vale das Porcas – Casa Branca e no Hospital Militar), o que “implica o desdobramento devido às condições e das distâncias”.
“Numa necessidade de meios humanos ou técnicos, para uma emergência mais forte, será mais difícil de responder a uma necessidade de actuação imediata, contínua, enquadrada e tecnicamente, que dê resposta às necessidades do Teatro de Operações (TO)”, refere Paulo Seco.
O presidente distrital do Chega referiu ao “Campeão” que, actualmente, existe a opção de Leiria, Guarda, ou
Vilar Formoso, todos municípios governados por autarcas socialistas, que poderão acolher a Coordenação Nacional de Emergência e a Sala de Operações Nacional (SALOP), “face à necessidade actual de deslocalização
para um local único onde se possam concentrar todos os meios humanos, técnicos e logísticos”.
“As questões partidárias há muito que estão sempre em primeiro lugar, ao invés de se precaver o futuro e agilizar as necessidades em prol da população e do país”, considera Paulo Seco, para recordar tudo o que se passou: “Em 2017, quando o então presidente da CVP, Francisco George, foi eleito, decidiu remodelar a área de emergência e social da CVP a nível nacional. Então entrou em conversações/negociações com os presidentes das Câmaras Municipais de Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Viseu e Guarda para a deslocalização da Sala de Operações Nacional de Emergência de Lisboa, a logística, comunicações e meios para uma destas cidades, por razões anteriormente já iniciadas e porque em ambas existe uma Delegação da CVP”.

PROMESSA POR CUMPRIR

“Foi na altura escolhida a cidade de Coimbra porque o presidente da Câmara Manuel Machado (eleito pelo
PS) se prontificou a ajudar a CVP, acolheu este projecto e prometeu, em dois anos (isto é até 2020), criar um espaço único para a Coordenação Nacional de Emergência, nomeadamente ajudando na construção da nova Unidade para a Cruz Vermelha Portuguesa de Coimbra, para se poder concentrar todos os meios num único local”, recorda Paulo Seco.
De acordo com o presidente distrital do Chega, “isto seria no terreno adjacente à sede da CVP de Coimbra, onde neste momento é o ‘parque’ de estacionamento de cerca de um quarto dos veículos da Coordenação Nacional de Emergência, estando o restante distribuídos pelos outros dois pontos da cidade anteriormente referidos”.
“Como a Câmara tem deixado de lado a CVP, a sede nacional, cuja presidente é a ex-ministra da Saúde socialista
Ana Jorge, está a ponderar a retirada da Coordenação Nacional de Emergência e a SALOP de Coimbra, nomeadamente para Viseu, Guarda ou provavelmente para Vilar Formoso”, revela Paulo Seco.
“Com esta possível perda, Coimbra não só fica sem os meios de socorro disponíveis, colocando em causa o socorro às populações, como inviabiliza um sem número de projectos pessoais, que foram ‘prometidos’ aos meios humanos e técnicos que se deslocalizaram para Coimbra” – sublinha, acrescentando que “a população tem de estar ciente desta possível ‘catástrofe’, que num futuro muito próximo pode acontecer”.
“Infelizmente, o poder político cada vez menos se interessa pelas populações, mas sim pelos seus interesses pessoais. A população, para muitos, não passa de meros números estatísticos, mas há que relembrar ao poder
político e às populações, que humanidade, socorro e apoio na vertente da saúde não tem cores políticas” – sustenta Paulo Seco.

UNIDADE DE COORDENAÇÃO

No âmbito do desempenho da sua missão, a Cruz Vermelha Portuguesa possui, desde 2017, uma Unidade de
Coordenação Nacional de Emergência, sediada na Delegação da CVP em Coimbra, responsável pela gestão e coordenação da emergência a nível nacional, nomeadamente no apoio e socorro a situações de acidente e desastres naturais ou provocados pelo homem, dispondo para o efeito de uma estrutura com capacidade de actuação nacional.
A Unidade de Coordenação da CVP, em Coimbra, no âmbito das suas funções diárias, garante o funcionamento
ininterrupto, 24 horas por dia/365 dias por ano, e em permanente ligação com a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil, Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Guarda Nacional Republicana (GNR), Forças Armadas e, a nível internacional, integra o Civil Protection Working Group do Gabinete da União Europeia da Cruz Vermelha e o Emergency Health Technical Working Group da Federação Internacional da Cruz Vermelha (IFRC).
Esta unidade compreende uma Sala de Operações Nacional (SALOP) e gere três Plataformas Logísticas de Emergência (Maia, Albufeira e Madeira), com armazenamento dos equipamentos e materiais essenciais para respostas de apoio à sobrevivência da população em situações de desastre, bem como respostas diferenciadas da Cruz Vermelha Portuguesa.
“Foram criados mecanismos, tendo-se reformulado a rede de voluntários, apostando e desempenhando-se um papel relevante através de estreita articulação e suporte às entidades públicas e Estado Português. Além de estar no ‘centro’ de Portugal, e o risco sísmico ser menor, acompanha toda a zona costeira Norte da região Atlântica, Algarve e cerca de metade do Alentejo e a zona Metropolitana de Lisboa”, subinha Paulo Seco.
Por isso mesmo, realça o presidente distrital do Chega, “devido ao facto de o risco sísmico ser de menor dimensão na região de Coimbra, a tomada de decisões relativamente à localização e qualidade da construção da Coordenação Nacional de Emergência e da Sala de Operações Nacional (SALOP) deve continuar a ser Coimbra, agregando-se todos os pólos e serviços num só edifício, onde, por questões de logística, de espaço para albergar salas de comunicações, de catástrofe e de condições para os homens e mulheres poderem descansar e recuperar forças para as mais diversas missões do dia, também as instalações facilmente poderão ser ampliadas no mesmo local sem desdobramento de meios”.

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