CHEGA / Publicação atual

ACORDAI, POVO PORTUGUÊS, ACORDAI

Chegamos ao último mês do ano e é rotina fazer-se o ‘balanço’ do ano que correu e pensar-se sobre o Novo Ano.
No que me diz respeito, o ano começou mal e terminará mal. Começou mal pela vitória absoluta do PS de António Costa e terminará mal porque este mesmo António Costa ainda permanece na direcção dos destinos da Nação apesar de ser perceptível da sua auto-incapacidade de mudar os erros que trás desde que se aliou à Esquerda Reaccionária e Radical em 2015, depois de perder as Eleições Legislativas de então. É perceptível que já não está com o à-vontade de então, já está cansado, já se percebe que no PS há uma ‘teia’ de relações pessoais e partidárias em que as denúncias se vão sabendo pelos Jornais e/ou pelos livros biográficos de Personagens Públicas do País. Refiro-me, à bomba que o ex-Governador do Banco de Portugal deixou no Livro ‘O Governador’ a que o Jornal Observador deu a ler-nos um Capítulo sobre a intensionalidade deliberada e persistente de António Costa, Primeiro-ministro, de colocar amigos em lugares chave da Nação para, quiçá, ter um ‘poder’ inequívoco de controlo do Estado pelo PS e seus correligionários, um tanto ou quanto do que se dizia de Salazar e Marcelo Caetano.
É ingrato que o Povo sirva para pagar e suportar as desventuras e ‘benesses’ de empresas públicas (TAP, por exemplo), de amigos (o ex-Secretário de Estado Miguel Alves); é impressionante que as ‘golpadas’ se desenvolvam sem escrutínio do Povo (iludidos com os 125 euros, distribuídos sem o verdadeiro filtro e que se vão conhecendo os erros cometidos com este gesto de propaganda), a Ministra Vieira da Silva que contrata um jovem militante do PS para acessor jurídico a que lhe é dada a autorização de realização de Mestrado enquanto trabalha no Ministério da referida ministra e que, seremos nós Contribuintes a pagar esses estudos, enfim, um rol de situações anómalas e preocupantes para um ano de 2022 que começou mal e terminará menos bem.
A acrescentar estes problemas, contamos com um Presidente da República cujo comportamento roça a boçalidade, é estreónico, supersónico e muito ruído faz, parecendo viver num País diferente do Portugal em 2022. Viaja demasiado (já se aperceberam do número de viagens feitas pelo Presidente Marcelo?), é duro com os mais fracos e fraco perante António Costa. Presidente Marcelo, não é capaz de chamar à atenção porque vive no ‘seu’ mundo de alegria tóxica, que nem consegue perceber das golpadas que o Governo e seus membros cometem, atentatórias do enorme esforço dos Portugueses, daqueles que trabalham de sol-a-sol, que se levantam cedo para ir para o seu local de trabalho, daqueles que pagam imensos impostos (o nível de taxação dos indirectos é elevadíssimo), daqueles que leem e sabem que a Ministra Vieira da Silva contrata um acessor jurídico para o seu ministério com um salário de mais de três mil euros e direito a assistir às aulas de Mestrado! Só em Portugal porque o Povo está ‘silenciado’ por medo (?) e por dificuldades. Ou seja, estamos perante um duplo problema que em 2023 continuaremos a ter: menos crescimento económico, mais empobrecimento das Famílias, maior estatização dos serviços públicos e privados, mais oneração sobre o Contribuinte, mais políticas que nos afastam da média comunitária e maior a ‘teia’ da amizade e filiação partidária se acentuará com este PS na governação.
Para quando um Governo que seja promotor de Democracia “baseada na dignidade da pessoa humana, no pluralismo” promotor de uma verdadeira economia de mercado e da iniciativa privada, com uma comunicação social livre e menos seguidista, deixando de ser um mero megafone da propaganda do Governo, e mais escritunadora dos seus pares e das políticas desenvolvidas, para quando se projectará uma Sociedade mais desenvolvida, protegendo os cidadãos cumpridores, realmente fiscalizadora e não meramente desorganizada nos serviços públicos (vejam-se os problemas surgidos com os 125 euros), apoiando as empresas privadas, apoiando o mundo Rural, os seus habitantes e modos de organização sem recurso à Regionalização (somos um País com três Regiões, mas no Continente a distância entre o litoral e o interior/norte ou sul, não precisa de Regiões Administrativas com órgãos próprios, servindo apenas os amigos com o cartão do partido), para quando um País com um controlo qb do Estado, para quando um País e um Governo que proteja a vida nascente e aquela que está no seu percurso final, com dignidade, sem recorrer ao homícidio assistido e/ou morte a pedido pela mãe?
Preocupa-me o futuro da Escola Pública porque está desorganizada, porque há um autêntico modo de fazer cidadãos menos informados, alfabeticamente menos instruídos, mas com uma escolaridade completa que nem lhes abre as portas do mercado de trabalho. Há uma tendência para o elitismo no ensino secundário (só acederá à Universidade mais conceituada, de acordo com os rankings, aquele aluno que tem a nota de 20 valores no exame específico) não promovendo a Equidade. Tudo é dado ao aluno sem prévio esforço do mesmo, tudo lhe é facilitado até que há a barreira do emprego e da pouca competência literária (agora é chique dizer-se, literacia) na área de especialidade que pretende exercer a profissão.
Foi isso que assisti, quando recebi o senhor Carteiro que me trazia uma encomenda e depois de me cumprimentar e de lhe indicar que eram livros, perguntou-me: “É professor? Respondi, sim, sou professor! Retorquiu: «eu sou mestre em Ciências de Educação e licenciado em Educação Física e ser professor está difícil porque….” Respondi-lhe: hoje, para se entrar numa profissão de que gostamos é preciso em primeiro tirar um 19 ou 20 valores no exame nacional para se entrar na Faculdade da Universidade que desejamos. Caso contrário, nem com 16-17 valores se consegue entrar, por exemplo, na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, como aconteceu com um aluno meu no ano lectivo passado, nem na faculdade de Economia da Universidade de Coimbra com outro aluno neste ano lectivo! Onde está a tal igualdade de acesso propagandeada pelo Governo PS e das Esquerdas Radicais? E acabei com certo ‘espetar’ de alfinete. Por isso o senhor Carteiro, é Mestre no Ensino, e trabalha nesta profissão, que é tanto digna como todas as outras! Importante é ter as ‘mãos limpas’!”

Feliz 2023 e Acordai, Homens que Dormis!

“Felizes os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu. Felizes sereis, quando vos insultarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o género de calúnias contra vós, por minha causa.” (MT.5, 10-11)

Rui Pedro Matos
(Professor de Economia)

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on telegram
Telegram
Share on pinterest
Pinterest
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email

Partido Político CHEGA
Rua Miguel Lupi 12 - 1ºdrt.
1200-725 Lisboa
Contacto Sede: 213 961 244 – das 10h00-13h00 e 14h30-19h00
Assessoria de Imprensa: 934 454 043
Email Geral: [email protected]

Política de Privacidade
Responsável pelo tratamento de dados: [email protected] Finalidade do tratamento: inscrição e gestão da condição de futuro militante no chega, em observância do art.º 9.º, n.º 2, al. D), do regulamento geral sobre a proteção de dados (RGPD). Os dados pessoais do futuro militante são objecto de processamento informático e de utilização no âmbito das actividades das estruturas internas e autónomas e diferentes candidaturas eleitorais internas de futuros militantes recebidas, nos termos que vierem a ser definidos dos estatutos e dos regulamentos eleitorais do chega, com a garantia de não serem divulgados a outras entidades para outras actividades que não se enquadrem no âmbito da declaração de princípios e das actividades do chega. Caso se venha a equacionar a cedência de dados a terceiros para uma finalidade legítima, tal carecerá sempre da obtenção prévia do consentimento do futuro militante. Prazo de conservação: os seus dados serão conservados enquanto perdurar a constituição do partido e, posteriormente, a condição de militante e, caso se aplique alguma norma estatutária ou regulamentar que implique a conservação dos dados para lá desse momento, nomeadamente de ordem disciplinar, até ao final do prazo estatutariamente ou em regulamento previsto para a efectivação dessa norma. Direitos dos titulares: o titular dos dados pode exercer os seus direitos de acesso, rectificação, oposição, apagamento ou limitação dos seus dados pessoais, nos termos do RGPD, devendo, para o efeito, remeter o seu pedido, por escrito, para [email protected] Direito de queixa: caso assim o entenda, o titular dos dados tem o direito de apresentar queixa junto da comissão nacional de protecção de dados. Encarregado de protecção de dados: em cumprimento do RGPD, o encarregado da proteção de dados pode ser contactado através do endereço eletrónico [email protected]

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !