CHEGA / Publicação atual

O POLVO

As notícias sobre este polvo que grassa na nossa vida portuguesa continua e espalha-se como a espuma das marés e não há termo para o seu fim. Tudo é pretexto para propagandear as qualidades de uma governação PS muito à esquerda do que é o PS no seu espaço habitual de ‘movimentação’ política. O PS moderado passou para um PS radicalizado à esquerda abafando as ideias da esquerda radical. António Costa continua sereno e a comandar a nação, tal como Nicolas Maduro faz na Venezuela.
Para onde nos levará este António Costa, com o apoio de Marcelo Sousa?!
É preocupante o que as notícias de fevereiro nos trouxeram: a Lei da Habitação; o PRR que não é executado; os problemas da corrupção e abuso de poder e utilização de posição política favorável por diversos Ministros na obtenção de benefícios; as declarações de Deputados do PS e de Ministros sobre os mais variados assuntos que permitem leituras preocupantes para o futuro; a preocupação do aborto em vez de se ocuparem dos problemas gerais do SNS para que grávidas não morram às portas dos hospitais quando necessitam dos serviços de Obstetrícia de proximidade; só existirem 3-4 cidades com IPO’s centrais e não um IPO por sede de Distrito que permitiria reduzir imenso nos custos colaterais provocados por cada doente. Por exemplo, em Coimbra, o seu IPO recebe doentes dos distritos da Guarda, Viseu, Castelo Branco para tratamentos e consultas, além dos doentes do Distrito de Coimbra; o empobrecimento da população é mais evidente e os rendimentos mais depauperados por força da enorme carga fiscal, além dos custos de contexto de externalidades negativas que o Mundo vive.
Para consumo interno, as sondagens de 11,0%, como refere o jornal Observador para o Partido CHEGA de 22 de fevereiro, não devem ser lidos como um sinal de confiança de uma massa eleitora e anónima que há por todo o País.
Faço questão de sinalizar esta ideia porque António Costa sabe comprar os eleitores com os aumentos de salário e os apoios sociais para uma massa enorme de dependentes do Estado e que votarão PS.
É preciso que os atuais Deputados sejam assertivos, corretos na apresentação das suas ideias e nunca demagógicos, face às intenções futuras, caso o Partido CHEGA seja força ativa num Governo de Direita e, por este motivo, nunca errem quando fazem uma interpelação ao Primeiro-ministro e nem se distraiam com a Iniciativa Liberal ou pelo PSD. Tentem acabar com a velha expressão de Jorge Coelho num momento de maior ânimo de campanha eleitoral, “quem se mete com o PS, leva!”

Todos teremos ‘telhados de vidro’ e o PM António Costa, seguramente terá. “Tentem atirar a primeira pedra”

Rui Pedro Matos
(Professor de Economia)
escreve segundo o antigo Acordo Ortográfico

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