O cenário político actual em Portugal é marcado por uma profunda instabilidade, fruto de uma série de comportamentos e decisões que têm minado a confiança dos cidadãos nas instituições e, em especial, na classe política, situação esta, grave e que exige uma reflexão séria sobre os responsáveis e as possíveis soluções.
Neste contexto, é inegável que figuras como Luís Montenegro e Pedro Nunes Santos têm contribuído para o agravamento desta crise, seja por acções directas ou por omissões, Éticas, que perpetuam um sistema político corrupto, putrefacto e em decadência.
A narrativa que se tem construído em torno desta instabilidade é, em grande parte, alimentada por sectores da comunicação social, alinhados com ideologias de esquerda e extrema-esquerda, grupos estes, muitas vezes referidos como “carpideiras do costume”, têm procurado justificar ou minimizar escândalos que, no passado, mancharam a reputação desta classe política, do pós 25ABR74, e do País, como a terceira bancarrota ou o caso de pedofilia da Casa Pia.
Agora, repetem o mesmo padrão, tentando branquear comportamentos, eticamente questionáveis destes líderes políticos, contribuindo para a perpetuação de um sistema falido, decrépito, podre e incapaz de se regenerar.
Este cenário de irresponsabilidade política, a roçar o crime institucional, tem consequências directas para o País, com a convocação de Eleições Legislativas antecipadas, que, além de representar custos significativos para o Erário Público, reflete o desgaste e a desilusão dos portugueses com esta classe política, que parece mais preocupada com interesses particulares do que com o bem comum.
A repetição deste ciclo de instabilidade e desconfiança só serve para afastar ainda mais os cidadãos da política, alimentando o sentimento de que o sistema está falido e que não há alternativas viáveis, mas, no entanto, é precisamente neste contexto de crise que surge a oportunidade para uma mudança real, onde o Partido CHEGA, único partido de direita verdadeiramente conservador e social, apresenta-se como uma alternativa viável e necessária para Portugal.
Com um discurso centrado na defesa dos valores nacionais, na protecção dos portugueses de bem e na promoção de uma política transparente e responsável, o CHEGA e o seu Líder André Ventura, representam uma esperança para aqueles que desejam ver o País sair deste ciclo de decadência, em que a Distrital de Beja, unida e determinada, é um exemplo claro desse compromisso com a mudança, alinhada com os objectivos superiores do partido, demonstrando que é possível construir uma alternativa política sólida e coerente, capaz de responder às necessidades do povo e de conduzir o País rumo a um futuro mais próspero e justo.
É tempo dos Portugueses se unirem e reconhecerem que a mudança, a tal RUTURA, só será possível com a eleição de representantes que coloquem os interesses do País acima de tudo, onde o Partido CHEGA, com o seu projecto político claro e comprometido, é a única força capaz de liderar esta transformação.
Por Portugal, é hora de agir e de escolher um caminho que nos afaste da instabilidade e nos aproxime de um futuro digno para todos os cidadãos, pois o futuro do País não pode continuar refém dos mesmos protagonistas e dos mesmos erros.
É tempo de mudança, de coragem e de acção.
É tempo da RUTURA por um Portugal mais Justo e Condigno para todos!
Mário Cavaco
Candidato à Câmara de Serpa
Partido CHEGA