Para o presidente do CHEGA, a decisão de não prolongar o estado de calamidade ignora a realidade no terreno e deixa famílias e empresas à mercê do prejuízo.
O presidente do CHEGA instou o Governo a prolongar, até ao final do mês, tanto o estado de calamidade como a isenção temporária de portagens nos concelhos mais afetados pelas recentes intempéries. O apelo foi feito em Condeixa, à margem de uma visita aos Bombeiros Voluntários locais.
André Ventura defendeu que várias localidades continuam sem meios para responder aos estragos provocados pelo mau tempo e alertou para as dificuldades acrescidas das famílias atingidas. Segundo afirmou, há agregados que perderam as suas casas e que, sem o enquadramento legal do estado de calamidade, ficam impedidos de beneficiar de moratórias, sendo obrigados a suportar simultaneamente os encargos da habitação destruída e da residência provisória.
Fonte: Folha Nacional