Plano de Emergência e Salvação Nacional

O plano de medidas apresentadas pelo Governo ganhou vários títulos desde que foi apresentado.
Desde “roubo”, “embuste”, “farsa”, “tardio”, “insuficiente” e “fraude”, ouviu se um rol de adjetivos passíveis de fazer uma longa lista.
Depois de ter sido chacoteado de todas as direções, o Governo veio provar que, afinal, está mesmo a governar sozinho, em poder absoluto e de modo autoritário, sem promover o diálogo de todas as forças, como havia afirmado em contrário o primeiro-ministro, em janeiro deste ano. E, na verdade, está igualmente longe de garantir consensos.

A missão de virar a página da pandemia poderá estar por ora aparentemente controlada, mas de facto, o mesmo não se pode afirmar quando se fala na recuperação de todos os sectores afetados da sociedade portuguesa. O Governo encontra se a milhas de distância quando se fala em resolver qualquer tipo de assunto com caráter de urgência.
Dignas de roçar o ridículo, as medidas apresentadas pelo Governo não trazem uma migalha que seja na recuperação do poder de compra, e em áreas como a educação, as despesas gerais, a saúde, a habitação, entre outras de igual importância para que Portugal consiga dar um passo positivo.

Assim, o CHEGA, vem por este meio apresentar as vinte medidas que considera fulcrais e justas no contexto em que nos encontramos, tomando os passos essenciais não só com o intuito de uma recuperação possível e sustentada no contexto português imediato, mas a pensar no futuro.

Consultar as 20 Medidas (PDF)

“Ambicioso”. Chega propõe plano de emergência avaliado em 7 MM euros

O Presidente do Chega diz que o plano de emergência do partido é ambicioso, ao contrário do do PS e do PSD.

As medidas passam pela redução do IVA do gás e da electricidade para seis por cento.

O mesmo para os combustíveis ou então um desconto de 20 cêntimos por litro em cada abastecimento.

O partido propõe ainda que o subsídio de Natal não seja tributado este ano e um vale para ajudar as famílias nas despesas com material escolar no arranque do ano letivo

Num jantar comício em Sintra, André Ventura disse que o plano custa sete mil milhões de euros.

Fonte: RTP

Conteúdo em atualização.

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