PROFESSORA AGREDIDA À SAIDA DA ESCOLA

Para não variar os JORNAIS mantêm um registo de FOFINHOS com os mesmos PREVARICADORES… vide DIÁRIO DE COIMBRA, edição de 12/10/2022.

GRUPO DE PESSOAS ESPANCA PROFESSORA À SAÍDA DA ESCOLA

Uma professora de Educação Física das Atividades de Enriquecimento Curricular (AECs), foi ontem à tarde espancada por um grupo de cerca de dez pessoas, na sua maioria mulheres, que a acusavam de ter agredido uma criança, filha de, pelo menos, uma das agressoras.

O “caso” terá começado no dia anterior, segundo o Presidente da Junta de Freguesia de Vila Verde, quando a docente chamou à atenção a criança que, quando chegou a casa, terá dito que fora agredida pela professora. “Os pais disseram que vinham cá e hoje no fim das aulas (às 16h45), e assim o fizeram, o espaço da escola foi invadido por cerca de oito mulheres e dois homens, que atacaram”, conta Vitor Alemão, visivelmente preocupado com a situação.

“Suspeitava-se de lesões graves, foi transportada numa maca para traumatizados, porque segundo as testemunhas me contaram, estavam todos em cima dela”, diz o autarca, realçando, no entanto, que nem a criança, nem a família (e atacantes) residem em Vila Verde, “mas a criança foi aceite na escola”. A minha preocupação é ter acontecido uma situação destas e não terem levado a sério as ameaças”, sublinha, considerando que, nestas situações “tem de se dar o exemplo. Não podem continuar a acontecer casos destes por todo o país, os agressores sentem-se impunes e o cidadão comum revoltado. Isto tem de acabar.”

Indo mais longe, o autarca assegura que, “se o aluno continuar na escola, vou exigir polícia para estar no local. É uma questão de segurança”, diz, realçando que, em Vila Verde, “toda a comunidade se sente bem, nunca aconteceu nada do género, esta situação, que é alheia à freguesia, é que me preocupa”.

Entretanto, o estado da professora, ontem à noite, era “estável, em observação”, segundo fonte do Hospital Distrital da Figueira da Foz, adiantando que já fora vista pela Cirurgia” e que se aguardava o resultado de vários exames. A PSP tomou conta da ocorrência.

Fonte.: NOTÍCIA do Diário de Coimbra de 12/10/2022

Chega agenda interpelação sobre incompatibilidades de membros do Governo

O Chega agendou hoje para o próximo dia 21 uma interpelação ao Governo sobre a existência de eventuais incompatibilidades e conflitos de interesse no exercício de funções políticas por parte de vários membros do atual executivo.

Esta iniciativa legislativa, que foi agendada de forma potestativa na reunião de hoje da conferência de líderes parlamentares, já tinha sido anunciada na terça-feira pelo líder do Chega, André Ventura.

Hoje, também, foi divulgada uma nota no site da Presidência da República em que Marcelo Rebelo de Sousa pede ao parlamento, como tinha anunciado na terça-feira, que reveja o regime jurídico sobre as incompatibilidades e impedimentos de titulares de cargos políticos, caso a Assembleia da República “considere relevante e necessária tal reflexão”.

Fonte: Notícias ao Minuto

Chega volta a colocar cartazes no Marquês de Pombal em Lisboa após parecer da CNE

O Chega colocou esta quarta-feira um outdoor na Praça do Marquês de Pombal, em Lisboa, na sequência de um parecer da Comissão Nacional de Eleições (CNE), duas semanas após a retirada de todos os cartazes por decisão da Câmara Municipal.

“Existe um parecer da CNE que retira a legitimidade à Câmara Municipal de Lisboa para mandar retirar ‘outdoors’”, afirmou à Lusa fonte da direção nacional do Chega, confirmando a colocação, na manhã de hoje, de um cartaz na Praça do Marquês de Pombal, com a mensagem política do partido: “+ salários, + pensões, – desperdício, – políticos”.

Perante essa situação, o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), considerou a atitude “inaceitável” e afirmou que a autarquia vai “notificar imediatamente o partido em causa para que retire este outdoor da Praça do Marquês de Pombal”.

“Vamos fazer cumprir a lei”, defendeu o social-democrata, numa publicação na rede social Twitter.

No início do mês, a CNE disse que a decisão da Câmara de Lisboa de retirar ‘outdoors’ é “ilegal” e constitui um possível crime de dano, mas Carlos Moedas insistiu que foi uma decisão legal e que teve “o apoio dos lisboetas”, afirmando que sempre respeitará a lei e as decisões dos órgãos judiciais.

Fonte: SIC Notícias

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !