Giorgia Meloni e o futuro da Europa

“Por algum motivo, os que se advogam como defensores da liberdade estão sempre prontos a aplicar as medidas do antigo regime, como a censura à imprensa livre ou nas redes sociais, a difamação, a agressão e a propaganda de fake news. Tudo isto, apenas serve para assustar a sociedade com bichos papões que não existem e instaurar o ódio por determinadas forças políticas.”
O nosso Secretário-Geral da Juventude, José Shirley, escreveu recentemente um artigo de opinião para a Folha Nacional.
 Lê e diz-nos a tua opinião na descrição!

SAÚDE EM CANTANHEDE, PRECISA-SE…

Após várias décadas com SERVIÇOS DE URGÊNCIA a servir a população em Cantanhede, em 2007, o MINISTRO CORREIA DE CAMPOS (Partido Socialista – quem mais haveria de ser) DELIBERA o encerramento das URGÊNCIAS no Hospital Arcebispo João Crisóstomo (HAJC) em Cantanhede.
Após forte contestação de populares e da própria Autarquia, o Ministério da Saúde elaborou protocolos com algumas condições, para que se continuasse a assegurar os cuidados de saúde à população, de onde surgiu a CONSULTA ABERTA.
Em 2019, por deliberação do Ministério da Saúde e anuência da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), muito antes da crise pandémica, MANDARAM ENCERRAR os Serviços de CONSULTA ABERTA, a qual perdurava desde 2007.
Desde então, qualquer cidadão do Município de Cantanhede ou Mira, se tiver algum problema de saúde tem de se deslocar até ao Hospital da Universidade de Coimbra (HUC), onde normalmente tem de esperar largas horas para ser atendido.
Este encerramento das urgências de Cantanhede, que juntamente com o de outros Municípios faz colapsar diariamente as urgências dos CHUC, deixando os seus utentes desesperados e alguns deixados à sua sorte.
Torna-se imperioso e pertinente colocar as seguintes questões.:
SENHOR MINISTRO MANUEL PIZARRO
ATÉ QUANDO, quer o ENTUPIMENTO das URGÊNCIAS DOS CHUC em Coimbra;
ATÉ QUANDO, e até que ponto está DISPOSTO a ASSUMIR as MORTES constantes nos corredores do CHUC, por falta de efetivos e meios disponíveis;
ATÉ QUE PONTO, está disposto a dispensar a IDEOLOGIA, e defender a população;
ATÉ QUE PONTO, está disponível para ouvir as POPULAÇÕES
ATÉ QUE PONTO, está disponível para dotar as USF de meios e os próprios Hospitais de retaguarda, para ter Serviços de Urgência ou Serviços de Consulta Aberta.
Por isso… Como é possível nos dias de hoje, onde tudo é moderno e evoluído, os serviços básicos de saúde estarem a ser centralizados, o mais longe das populações e dos meios rurais.

PARA QUANDO a ABERTURA de uma URGÊNCIA ou uma CONSULTA ABERTA para servir as populações cantanhedenses?
Saúde em Cantanhede, está pela hora da amargura e, LEMBRE-SE Sr. Ministro MANUEL PIZARRO, nós todos somos números na atual SOCIEDADE, mas na SAÚDE atualmente, somos mais que uma encruzilhada de algarismos, somos INFELIZMENTE, um TUBO de ENSAIO de IDEOLOGIAS MAL AMANHADAS e sem SOLUÇÕES.

Texto.: Luís Mota
Coordenador do Grupo de Trabalho de Cantanhede

“Ilusão, fraude e falsidade”, Chega arrasa OE

A intervenção final de André Ventura, do Chega, no debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2023.

“Este orçamento tem três palavras: ilusão, engano e falsidade. É isto que caracteriza este orçamento socialista”, afirmou André Ventura no encerramento do debate na generalidade do Orçamento do Estado para o próximo ano, no parlamento.

O presidente do Chega considerou que “este Governo está barricado num mau orçamento para o país, barricado na maioria absoluta que adquiriu em janeiro e barricado porque não quer nem vai ouvir nenhum outro português que não seja a vontade do PS”.

Apontando que “durante vários séculos houve em Portugal uma figura que era o inquisidor geral”, alguém que “policiava os comportamentos, as contas e os vários gestos”, Ventura referiu que atualmente existe “o cativador geral do reino”, por “ordem de António Costa”.

“O cativador geral é Fernando medina, que apresenta aos portugueses um orçamento de expansão, de crescimento e que não é de austeridade, mas não disse o mais importante, que 15% do orçamento dos serviços está cativado à partida, que 2,5% de cada uma das rubricas de despesa está à partida também cativo, que qualquer contrato de serviços que queira ser feito na administração está cativo e sujeito às mesmas regras, que há milhões de dotações centralizadas que dependem de autorização do ministro das Finanças”, sustentou.

Fonte: SIC Notícias

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !