CHEGA atinge melhor resultado de sempre

O CHEGA alcançou o melhor resultado de sempre em sondagens para as eleições legislativas, obtendo 11,4% das intenções de voto.

A sondagem da Intercampus e publicada no Correio da Manhã mostra que o CHEGA tem agora metade das intenções de voto do PSD, e que os partidos de ‘direita’ somam juntos mais votos que a esquerda, o que se fica a dever ao expressivo aumento de intenções de voto no CHEGA.

Embora o PS continue na frente, com 24,2%, recua cerca de 4 pontos percentuais relativamente a outubro. O mesmo acontece com o PSD, que recua 2,8% em relação ao barómetro de outubro, cifrando-se agora nos 22% e com a IL, que recua de 7,3% para 6,7%.

Fonte: Folha Nacional

Chega desafia Santos Silva depois de direita se levantar para aplaudir o 25 de Novembro

“Há pouco saudou, e muito bem, que hoje é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, quando a deputada Inês Sousa Real falou nisso. Lamento imenso que não tenha saudado que hoje se comemora o 25 de Novembro de 1975”, disse o deputado do Chega, Pedro Pinto.

O Chega desafiou esta sexta-feira o Presidente da Assembleia da República a saudar o 25 de Novembro, após a direita se ter levantado para aplaudir a data, com Santos Silva a ripostar que, como outras, esta também é “muito importante”.

Durante o debate sobre a avocação das propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), o deputado do PSD Alexandre Poço começou a sua intervenção por assinalar a data: “Viva a democracia, viva o 25 de Novembro”, disse, sendo aplaudido de pé pela maioria dos deputados à direita.

Minutos depois, o deputado do Chega Pedro Pinto interpelou a mesa sobre a condução dos trabalhos, para desafiar Augusto Santos Silva.

“Há pouco saudou, e muito bem, que hoje é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, quando a deputada Inês Sousa Real falou nisso. Lamento imenso que não tenha saudado que hoje se comemora o 25 de Novembro de 1975”, disse.

Fonte: Diário de Notícias

Chega diz que este é “o orçamento do grande falhanço socialista”

O presidente do Chega considerou hoje que o Orçamento do Estado para o próximo ano representa o “grande falhanço socialista” e considerou que não ter sido aprovada nenhuma proposta do seu partido revela que “é a única oposição”.

“Este é também o orçamento do grande falhanço socialista, o mesmo Governo que não teve coragem, no momento mais difícil da vida de Portugal, de baixar o IVA da eletricidade de forma verdadeiramente objetiva e abrangente”, criticou André Ventura, apontando que “a poupança que o Governo gerará às famílias” é de “um euro numa fatura de 100 euros”.

Falando no encerramento do debate parlamentar sobre o Orçamento do Estado para o próximo ano, o líder do Chega assinalou que, apesar de o Governo ter dito que seria “dialogante e sem o rolo compressor da maioria absoluta”, o PS rejeitou as propostas de alteração ao documento que o seu partido apresentou.

“Ainda bem, porque nós somos a única oposição que têm neste parlamento”, afirmou.

Fonte: Notícias ao Minuto

É uma emergência salvar a Cruz Vermelha

“A Coordenação Nacional de Emergência da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) está em risco de deixar cidade de Coimbra”, segundo alerta Paulo Seco, presidente distrital do partido Chega, face à necessidade actual de deslocalização para um local único onde se possam concentrar todos os meios humanos, técnicos e logísticos.
Os meios actuais da Coordenação Nacional de Emergência em Coimbra estão distribuídos por três pontos da cidade (Av. Fernão de Magalhães, Rua de Vale das Porcas – Casa Branca e no Hospital Militar), o que “implica o desdobramento devido às condições e das distâncias”.
“Numa necessidade de meios humanos ou técnicos, para uma emergência mais forte, será mais difícil de responder a uma necessidade de actuação imediata, contínua, enquadrada e tecnicamente, que dê resposta às necessidades do Teatro de Operações (TO)”, refere Paulo Seco.
O presidente distrital do Chega referiu ao “Campeão” que, actualmente, existe a opção de Leiria, Guarda, ou
Vilar Formoso, todos municípios governados por autarcas socialistas, que poderão acolher a Coordenação Nacional de Emergência e a Sala de Operações Nacional (SALOP), “face à necessidade actual de deslocalização
para um local único onde se possam concentrar todos os meios humanos, técnicos e logísticos”.
“As questões partidárias há muito que estão sempre em primeiro lugar, ao invés de se precaver o futuro e agilizar as necessidades em prol da população e do país”, considera Paulo Seco, para recordar tudo o que se passou: “Em 2017, quando o então presidente da CVP, Francisco George, foi eleito, decidiu remodelar a área de emergência e social da CVP a nível nacional. Então entrou em conversações/negociações com os presidentes das Câmaras Municipais de Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Viseu e Guarda para a deslocalização da Sala de Operações Nacional de Emergência de Lisboa, a logística, comunicações e meios para uma destas cidades, por razões anteriormente já iniciadas e porque em ambas existe uma Delegação da CVP”.

PROMESSA POR CUMPRIR

“Foi na altura escolhida a cidade de Coimbra porque o presidente da Câmara Manuel Machado (eleito pelo
PS) se prontificou a ajudar a CVP, acolheu este projecto e prometeu, em dois anos (isto é até 2020), criar um espaço único para a Coordenação Nacional de Emergência, nomeadamente ajudando na construção da nova Unidade para a Cruz Vermelha Portuguesa de Coimbra, para se poder concentrar todos os meios num único local”, recorda Paulo Seco.
De acordo com o presidente distrital do Chega, “isto seria no terreno adjacente à sede da CVP de Coimbra, onde neste momento é o ‘parque’ de estacionamento de cerca de um quarto dos veículos da Coordenação Nacional de Emergência, estando o restante distribuídos pelos outros dois pontos da cidade anteriormente referidos”.
“Como a Câmara tem deixado de lado a CVP, a sede nacional, cuja presidente é a ex-ministra da Saúde socialista
Ana Jorge, está a ponderar a retirada da Coordenação Nacional de Emergência e a SALOP de Coimbra, nomeadamente para Viseu, Guarda ou provavelmente para Vilar Formoso”, revela Paulo Seco.
“Com esta possível perda, Coimbra não só fica sem os meios de socorro disponíveis, colocando em causa o socorro às populações, como inviabiliza um sem número de projectos pessoais, que foram ‘prometidos’ aos meios humanos e técnicos que se deslocalizaram para Coimbra” – sublinha, acrescentando que “a população tem de estar ciente desta possível ‘catástrofe’, que num futuro muito próximo pode acontecer”.
“Infelizmente, o poder político cada vez menos se interessa pelas populações, mas sim pelos seus interesses pessoais. A população, para muitos, não passa de meros números estatísticos, mas há que relembrar ao poder
político e às populações, que humanidade, socorro e apoio na vertente da saúde não tem cores políticas” – sustenta Paulo Seco.

UNIDADE DE COORDENAÇÃO

No âmbito do desempenho da sua missão, a Cruz Vermelha Portuguesa possui, desde 2017, uma Unidade de
Coordenação Nacional de Emergência, sediada na Delegação da CVP em Coimbra, responsável pela gestão e coordenação da emergência a nível nacional, nomeadamente no apoio e socorro a situações de acidente e desastres naturais ou provocados pelo homem, dispondo para o efeito de uma estrutura com capacidade de actuação nacional.
A Unidade de Coordenação da CVP, em Coimbra, no âmbito das suas funções diárias, garante o funcionamento
ininterrupto, 24 horas por dia/365 dias por ano, e em permanente ligação com a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil, Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Guarda Nacional Republicana (GNR), Forças Armadas e, a nível internacional, integra o Civil Protection Working Group do Gabinete da União Europeia da Cruz Vermelha e o Emergency Health Technical Working Group da Federação Internacional da Cruz Vermelha (IFRC).
Esta unidade compreende uma Sala de Operações Nacional (SALOP) e gere três Plataformas Logísticas de Emergência (Maia, Albufeira e Madeira), com armazenamento dos equipamentos e materiais essenciais para respostas de apoio à sobrevivência da população em situações de desastre, bem como respostas diferenciadas da Cruz Vermelha Portuguesa.
“Foram criados mecanismos, tendo-se reformulado a rede de voluntários, apostando e desempenhando-se um papel relevante através de estreita articulação e suporte às entidades públicas e Estado Português. Além de estar no ‘centro’ de Portugal, e o risco sísmico ser menor, acompanha toda a zona costeira Norte da região Atlântica, Algarve e cerca de metade do Alentejo e a zona Metropolitana de Lisboa”, subinha Paulo Seco.
Por isso mesmo, realça o presidente distrital do Chega, “devido ao facto de o risco sísmico ser de menor dimensão na região de Coimbra, a tomada de decisões relativamente à localização e qualidade da construção da Coordenação Nacional de Emergência e da Sala de Operações Nacional (SALOP) deve continuar a ser Coimbra, agregando-se todos os pólos e serviços num só edifício, onde, por questões de logística, de espaço para albergar salas de comunicações, de catástrofe e de condições para os homens e mulheres poderem descansar e recuperar forças para as mais diversas missões do dia, também as instalações facilmente poderão ser ampliadas no mesmo local sem desdobramento de meios”.

Chega diz não compactuar com “manobras dilatórias” na investigação ao Banif

André Ventura avança com proposta de inquérito parlamentar e procura apoios para deixar PS “isolado” no Parlamento. Partido diz que perguntas do PSD a Costa vão atrasar investigação.

O Chega acredita que fazer perguntas ao primeiro-ministro sobre a resolução do Banif e o afastamento da empresária Isabel dos Santos do BIC “só vai atrasar e dificultar ainda mais a descoberta da verdade”, temendo que se trate mesmo de “uma manobra dilatória”.

André Ventura diz que o partido vai avançar com proposta de comissão de inquérito para plenário — terá chumbo certo tendo em conta a maioria socialista — onde vai tentar ter o apoio de todos os partidos “para ficar claro que o PS está isolado nesta matéria”.

Fonte: Observador

Conferência “O Feminismo não é feminino”

O Distrito de Coimbra, associou-se ontem dia 21/11/2022, pelas 21h, à iniciativa promovida pelo Instituto Imperador Carlos I da Áustria, que decorreu no Auditório da Biblioteca Municipal de Coimbra.
Obrigado pelo Convite Direto, que recebemos da Organização.
Com o Auditório cheio, Coimbra disse PRESENTE. Desde militantes, a simpatizantes do Partido CHEGA, mostraram que Coimbra está no mapa. Obrigado pela disponibilidade e pela presença de todos.
Esta iniciativa teve a Parceria do Partido CHEGA, na pessoa da Deputada Dra. Rita Matias e a Parlamentar Estadual de Santa Catarina do Brasil, um intercâmbio entre 2 países irmãos, que precisa de ser difundido por tudo e por todos.
Foi com enorme satisfação, que participámos na Conferência “O Feminismo não é feminino”, cuja Oradora foi a Deputada Estadual de Santa Catarina do Brasil, Dra. Ana Caroline Campagnolo, e ficámos cientes da AGENDA GLOBALISTA a que a sociedade global está votada. Esta é uma luta de todos e para todos.
Nunca a expressão TODOS SOMOS POUCOS, fez tanto sentido. Combater a Esquerda é e deverá ser sempre, o nosso foco, até porque esta Agenda Anárquica disruptiva, que apenas tem como objetivo destruir a sociedade, nos seus princípios éticos e valores fundamentais, vai desde a Universidade, aos Militantes, à Comunicação Social e em última instância ao PARLAMENTO.
Por Portugal e pelos Portugueses

Texto.: Paulo Seco
(Presidente da Distrital de Coimbra)

Chega concretiza pedido de inquérito sobre “eventual interferência política” no BIC e no Banif

O Chega propõe um inquérito parlamentar para avaliar “a eventual interferência política do primeiro-ministro sobre o antigo governador do Banco de Portugal” no BIC e se a resolução do Banif foi objeto de “interferência abusiva do Governo”.

O Chega já tinha anunciado na terça-feira que iria entregar um pedido de inquérito sobre esta matéria. No entanto, para avançar, será necessária ou a aprovação por maioria em plenário ou, em alternativa, a assinatura por um quinto dos deputados (46 parlamentares) para que este pedido seja obrigatório, quando a bancada do partido liderado por André Ventura tem apenas 12 deputados.

No projeto a que a Lusa teve acesso, o Chega propõe uma comissão eventual de inquérito parlamentar com o seguinte título: “para apurar a eventual ingerência do primeiro-ministro na autonomia do Banco de Portugal para proteger a filha do Presidente de Angola”.

Fonte: SAPO

Chega requer debate em plenário sobre “perseguição” a forças de segurança

O Chega requereu hoje um debate em plenário sobre o que considera ser a “perseguição do poder político” às forças de segurança, após as notícias de que elementos da PSP e GNR partilharam mensagens racistas nas redes sociais.

Num requerimento de fixação da ordem do dia enviado ao presidente da Assembleia da República, a que a Lusa teve acesso, o Chega defende que é “imperativo que tenha lugar uma discussão profunda, séria e eficaz sobre a situação dos homens e mulheres que vestem farda em Portugal”.

Nesse sentido, após ter pedido na reunião da Conferência de Líderes de 08 de novembro a “marcação de uma ordem do dia, logo que fosse possível”, o Chega solicita agora a Augusto Santos Silva que essa ordem do dia seja sobre “as forças de segurança e as suas carreiras, o racismo e a perseguição por parte do poder político em Portugal”.

Segundo fonte do partido, além de um debate em plenário, o Chega irá também apresentar iniciativas legislativas relacionadas com esta temática.

Fonte: Notícias ao Minuto

Ventura acusa Governo de perseguir polícias. Chega desconhece se tem agentes de forças policiais como militantes

O presidente do Chega, André Ventura, acusou esta quinta-feira o Governo de ter uma “atitude persecutória” e de “humilhação” dos polícias e afirmou vai denunciar o caso à Comissão Europeia. Por outro lado, o partido garante desconhecer a profissão dos seus militantes, pelo que não pode adiantar quantos elementos das forças policiais militam no Chega.

“O Chega é frontalmente contra, conforme os seus estatutos deixam claro, quaisquer práticas de racismo, xenofobia ou discriminação”, disse, numa declaração à imprensa na Assembleia da República, em Lisboa.

André Ventura acusou o Governo de ter uma “atitude persecutória sobre as forças policiais” e “querer espezinhar toda uma classe com base em participações de mensagens em grupos privados para denegrir a sua imagem”. “Pior, fá-lo procurando associar estas práticas a um determinado partido, que é o Chega”, criticou.

O líder do Chega classificou como “amostra muito insignificante” os casos conhecidos e referiu que se trata de “estados de alma”.

Fonte: Público

CONVOCATÓRIA 12 CONSELHO NACIONAL

12º CONSELHO NACIONAL

Vem a Mesa Nacional do Partido CHEGA! convocar, a título extraordinário, os senhores Conselheiros para o 12º Conselho Nacional, a decorrer no dia 10 de Dezembro de 2022, no Auditório Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB), Campo Mártires da Pátria, S/N (Devesa), 6000-097 Castelo Branco, distrito de Castelo Branco, com início dos trabalhos às 15:00 e término às 18:00 (hora indicativa), do dia acima referido.

Ordem de trabalhos:

1- Agendamento da próxima Convenção Nacional/Congresso Nacional, e definição dos assuntos/diplomas em discussão

“2- Aprovação do Regulamento Eleitoral e de funcionamento da próxima Convenção Nacional/Congresso Nacional”

Lisboa, 17/Novembro/2022

O Presidente da Mesa Nacional

Jorge Valsassina Galveias

Conteúdo em atualização.

Prometemos ser breves !